segunda-feira, 1 de abril de 2013

filmes brasileiros eróticos

oi gente, segue um montão de filmes brasileiros eróticos da época da pornochanchada. temos muitos do gênero zoofilia. muita coisa mesmo! boas diversões para todos!
 
SEU FLORINDO E SUAS DUAS MULHERES (1978)
 
DOWNLOAD:
http://mega.co.nz/#!5Rw2mTwQ!fYowxBeSgxkKzs6UAbKGWlJ3wyEUHxhlXruVVWV7XW0
SinopseFlorindo é um professor de arte culinária prosaico e bem sucedido que abandona a
 
profissão quando sua esposa Vadia morre durante um desfile de escola
de samba. Vadia é velada com requintes de amor e do grotesco e Florindo passa a viver das
 
lembranças atormentadas mas excitantes daquela que soube ser
amante como nenhuma outra mulher, embora vivesse brigando e enganando o marido. O viúvo
 
passa a ser disputado pelas moças da cidade, inclusive suas ex-alunas.
Sentindo-se solitário, Florindo casa-se pela segunda vez, escoltando Dora, jovem recatada e
 
de aparência enganadora. Mas o matrimônio é perturbado pelo
fantasma de Vadia que vem assediá-lo nas horas mais impróprias, obrigando-o a se tornar
 
bígamo e adúltero pela imaginação.Direção: Mozael SilveiraWilza
Carla, (Vadia)Mozael Silveira, (Florindo)Lameri Faria, (Dora)Vitor Lustosa, (Piolho)Lúcia
 
Regina, (Mãe de Dora)Marthus Mathias, (Delegado)Diva Medrek,Bianchina
Della Costa,Arlene Chubasco,Barbara Bell,Edna Amaio,Osmany Oliveira,José Roberto
 
Camelo,Saulo Costa,Savo
 
Ivezic,OvídioDavidBrodoskyGraçaFernandoRachidReginaHyldesRosanaSidinhaMarly
 

JANETE (1983)
DOWNLOAD:
http://depositfiles.org/files/6eswhzpdk
SINOPSE:Jeito de menina, Janete é uma das muitas prostitutas da boca de São Paulo. Frente a
 
um dos periódicos de repressão, ela passa ao roubo, em dupla
com um 'trombadinha' e é presa no Viaduto do Chá. No presídio feminino, depara-se com um
 
severo regime disciplinar, em que um mero olhar para o lado durante
as refeições, por exemplo, é considerado falta grave. Ao mesmo tempo em que sonha com uma
 
ação heróica de seu namorado, que a libertaria, integra-se facilmente
às normas sexuais da prisão, primeiro com uma detenta e depois com uma das funcionárias.
 
Assistindo a um espetáculo de circo, juntamente com outras detentas,
conhece o trapezista Margarido. Após uma frustrada tentativa de fuga, é surrada pela
 
funcionária do presídio (inclusive pela traição à relação existente
entre elas). Fugindo finalmente, vai atrás de seu sonho maior: juntar-se ao circo de
 
Margarido e ser trapezista. De carona num caminhão, Janete chega até
Curitiba e depois a Serra Dourada, de onde o Circo Royal já partira. Permanece em Serra
 
Dourada algum tempo, "fazendo a vida" num bordel. Continuando sua
busca, Janete descobre finalmente o circo. Escondendo de todos sua condição de fugitiva,
 
Janete incorpora-se ao elenco e começa a praticar no trapézio,
ao mesmo tempo em que mantém um romance com Margarido. Numa noite, já uma estrela do circo,
 
Janete é atacada sexualmente por um desconhecido, que é repelido
e foge. Durante uma batida oficial - comandada pelo mesmo homem que a atacara, Janete, sem
 
documentos, é presa. Durante a noite, Janete foge do posto policial
e, na última seqüência, está novamente na estrada, procurando carona.Duração: 95min.Direção:
 
Chico BotelhoElencoNice MarinelliLilian LemmertzFlávio GuarnieriLuiz
Armando QueirozCláudio MambertiRuthinéia de MoraisDenoy de OliveiraMaria SílviaLélia
 
AbramoTuríbio RuizJayme del CuetoSílvia LeblonAntônio LeiteAndré KlotzelDirce
MilitelloWalter Breda
 

AS AMANTES DE UM JUMENTO (1987)
 

DOWNLOAD:
http://uploaded.net/file/w0qwo1ay/
Sinopse: A mulher de um caminhoneiro português é apaixonada por um jumento. Um dia, quando
 
volta para casa, o português dá carona para um andarilho negro,
mas logo o expulsa e humilha por preconceito. A vingança virá a seguir.
Direção: Di Angel (Diogo Angélica)
ELENCO:
Lia SoulKelly MurielNiceia DutraPaco SanchesNilton BorgesZé da PraiaBim Bim
 

A GALINHA DO RABO DE OURO (1987)
 

Link:
http://depositfiles.com/files/6gclqtwsn
DIREÇÃO: Levy Salgado
ELENCO:
Fernanda Glauber
Elias Breda
Marcos Proença
Ni Moreno
Mauro Dias
Edilson Viana
Wladimir Souza
Carlos Silva
Tania Luiza
Henrique Vasconcellos
Marcos Cinelli
Ricardo Costa
Roberto Carlos
SINOPSE:
Fernando tem uma tara. Desde que viu Marylou, sua galinha de estimação, botar um ovo, ele
 
morre de desejo por ela. Como para Fernando e seus amigos desejo
é coisa que precisa ser saciada, ele mantém relações sexuais com a ave. Ele transa com
 
várias outras mulheres, mas para ele nenhuma se compara a Marylou.
Fernando e seus amigos vivem pelas praias do Rio de Janeiro, academia de ginástica ou mesmo
 
em casa, comentando suas peripécias eróticas. Neste grupo existe
um rapazinho que é virgem. Finalmente o garoto é iniciado sexualmente.
http://cinemateca.gov.br
COMENTÁRIO:
Os filmes da Boca do Lixo, logo à primeira vista, na leitura dos títulos, já são um
 
belíssimo convite à penetração de seu mundo, repleto de fantasias e
erotismo. O período hardcore caracteriza-se, logo de cara, por seu vasto número de nomes
 
interessantes dos filmes, extremamente ambíguos, denotando sexo.
Os títulos engraçados e curiosos são muitos, desde aqueles que permitem um duplo sentido,
 
como "Pau na Máquina" e "Dama de Paus", até os títulos curtos
e grossos (se é que vocês me entedem), como "Ônibus da Suruba".
Agora, imagina uma produção da Boca do Lixo chamada A Galinha do Rabo de Ouro! A fórmula
 
para a sua realização? Pegue meia dúzia de atores broxas, algumas
atrizes desconhecidas, roube cenas de qualquer filme anterior e meta uma galinha no meio. O
 
resultado é um dos "crássicos" da saudosa Boca do Lixo, que
faz com que eu continue achando que, no quesito pornô, ela é insuperável. E que vá pra merda
 
o Salieri, o Alex de Renzi e blá blá blá! Para esses diretores,
só mostro o nosso Levy Salgado.
Levy Salgado, na feitura do seu A Galinha do Rabo de Ouro, utilizou várias cenas de uma
 
produção dirigida um ano antes por ele, o razoável Rabo Quente.
A Galinha do Rabo de Ouro mostra o encontro de alguns garotos na praia. Bunda de mulher pra
 
cá, bunda de mulher pra lá, cada um resolve falar de suas conquistas
sexuais. Nessa, Levy Salgado, colocando na prática a frase "tempo é dinheiro" e "dinheiro eu
 
não tenho", utiliza algumas cenas do seu Rabo Quente, de 1986,
mostrando garotos mandando brasa na mulherada, dentro das academias de ginástica. Mas a
 
edição é precária, notando-se todo o amadorismo da equipe técnica
de Levy Salgado.
Até que um dos personagens, chamado Marcelo, interrompe a conversa chata e discursa o
 
seguinte (a frase é algo mais ou menos assim, não tenho memória boa):
- E eu, que já comi a galinha Marilú!
Pausa. Necrofilmes interpreta agora a frase acima. Ela tem quatro significados:
1º significado: o rapaz comeu – um ato bucal-mastigatório – uma galinha animal, durante a
 
refeição, chamada Marilú. O que é normal para nós, carnívoros.
2º significado: o rapaz comeu – um ato bucal-mastigatório-canibal – uma mulher de nome
 
Marilú.
3º significado: o rapaz comeu – no sentido metafórico-sexual – uma mulher safada, chamada
 
pelo povão como "galinha", de nome Marilú.
4º significado: o rapaz comeu – no sentido metafórico-sexual – uma galinha animal, em uma
 
cena que pode ser chamada "transa galinácea".
Adivinha qual das quatro opções o personagem Marcelo se referiu? Mas calma, a transa
 
galinácea não ocorre. O diretor Levy Salgado, talvez por medo de represálias
do Greenpeace, resolveu não filmar a cena. Preferiu introduzir um dildo na "portinha dos
 
fundos" da galinha. Marcelo não introduziu seu membro fálico (ou,
como queira, "pau"), no furico da galinha.
Em suma, A Galinha do Rabo de Ouro vale ser visto não só por seu título esdrúxulo, mas
 
também pela famosa cena um tanto quanto inusitada. Ah, sim, uma coisa
que Necrofilmes notou: ao contrário da maioria das produções da Boca do Lixo, A Galinha do
 
Rabo de Ouro possui belas mulheres – cenas roubadas, como disse,
do Rabo Quente.
Caramba, como o Levy Salgado gosta de colocar a palavra "rabo" nos seus filmes.
Escrito por Yúri Koch
http://necrofilmes.zip.net
 

TUDO POR UM CAVALO (1988)
 

LINK:
http://depositfiles.com/files/v04lvazlu
Duração: 81 min.Direção: Juan BajonSINOPSE:Sandra e Ronaldo, que foram companheiros fora das
 
telas, discutem suas carreiras enquanto se recordam das cenas
mais memoráveis dos pornôs eqüinos que protagonizaram como MEU MARIDO, MEU CAVALO (1986) em
 
que Ronaldo come feno, usa sela e relincha.http://www.cinemateca.gov.brCOMENTÁRIO:Que
a Boca do Lixo gostava de usar e reciclar várias cenas de vários filmes em cada nova
 
produção, isso todos nós já sabemos. Mas Mr. Bajon, em 1988, fez algo
um tanto quanto curioso. Resolveu juntar as melhores cenas (ou piores, depende do ponto de
 
vista de cada um) da sua vasta filmografia eqüina e colocar
no seu novo filme. O resultado foi uma interessante utilização de metalinguagem, mas, porém,
 
contudo, entretanto, de certa forma, pobre no resultado. Nisto
surgiu o Tudo Por um Cavalo.O filme resenhado hoje, Tudo por um Cavalo, nada mais é que um
 
sincero diálogo entre o eterno casal Sandra Morelli e seu fiel
parceiro Ronaldo Amaral. Os dois discutem as suas vidas, alegrias e decepções que passaram
 
na Boca do Lixo. Tal parceria, aliás, começou com Sexo à Cavalo,
em 1985, e perdurou durante aproximadamente meia década.Tudo por um Cavalo é uma
 
metalinguagem de todo o trabalho do diretor Juan Bajon até então. Morando
no Brasil desde criança, o célebre diretor chinês fundou na década de 70 a produtora J. B.
 
Filmes, onde estreou na direção no sórdido de baixo orçamento
intitulado O Estripador de Mulheres. Vendo toda a estrutura de produção da Boca do Lixo se
 
deteriorando, em um crescente e irreversível processo de decadência
econômica, resolveu cair de cara na safadeza explícita. Aí fundou a Galápagos Produções
 
Cinematográfica. Em parceria com o Alfredo Sternheim, iniciou a
fase pornô-eqüina, revelando uma das ícones da fase hardcore paulista, a atriz Sandra
 
Morelli (que, segundo a ranzinza crítica do Guia do Vídeo Nova Cultural,
tem um bizarro sotaque da Móoca).Em Tudo por um Cavalo, Morelli e Amaral discutem sobre os
 
seus trabalhos durante uma suposta filmagem de uma produção
pornográfica. Interessante que durante o diálogo entre os dois, escuta-se a voz de um homem,
 
ordenando os seguintes dizeres: "Morelli, Amaral, vamos logo
filmar! Estamos atrasados!". E Morelli, com o seu mau humor que não é condizente com o seu
 
temperamento delicado e tranqüilo, grita e diz aquela célebre
frase, que todos nós pensamos ao acordar: "Só mais um minutinho!".Entre as várias cenas
 
antigas que se desenrolam ao longo da projeção, vemos as célebres
passagens de Sexo à Cavalo, o precursor da série, com Sandra Morelli ordenando que o seu
 
marido Amaral comparte-se com um cavalo. Ela mete feno na boca
do coitado, além de montá-lo e tratá-lo como um verdadeiro cavalo (cavalo garanhão, no
 
caso). A parte mais memorável, sem dúvida nenhuma, é a briga das
almofadas entre os dois, que termina com uma grande bagunça de plumas espalhadas por toda a
 
casa. Outras. Além dos trechos de Sexo à Cavalo, há os de Meu
Marido, Meu Cavalo, Seduzida por um Cavalo e muitos outros títulos que você mesmo, leitor,
 
pode criar. Só imaginar qualquer palavra e acrescentá-la ao
substantivo "cavalo".Dizer que Tudo por um Cavalo é uma produção magnífica e um trabalho
 
primoroso de um dos mestres da Boca do Lixo seria uma tarefa difícil
para mim. Apenas posso afirmar que Tudo por um Cavalo e tudo isso que venho escrevendo ao
 
longo deste tempo foi um pedaço muito importante da vida para
muitas pessoas que vivenciaram o período, e até mesmo teve sua relevância histórica na
 
produção cinematográfica brasileira. O porquê eu não sei, só sei
que teve... Escrito por Yúri Kochhttp://necrofilmes.zip.net
 

GEMIDOS E SUSSURROS (1987)
 

Links DOWNLOAD: 
AVI 691,85 MB
http://depositfiles.com/files/d0pqfdp2g
http://depositfiles.com/files/nfkqxv3xm
http://depositfiles.com/files/d73xmwss4
3 EPISÓDIOS:
DIREÇÃO: RAFFAELE ROSSI
1- GEMIDOS E SUSSURROS
ELENCO:
Claudette Joubert (Claudete)
César Roberto (Beto)
Neide Casagrande, (Neide)
SINOPSE: Claudete (Claudette Joubert) sai para visitar sua amiga Ana (Neide Casagrande). Ao
 
chegar ao seu apartamento, depara com a porta aberta; ela entra
e vê que seu marido Beto (César Roberto) está fazendo amor com sua melhor amiga. Chocada,
 
controla-se e, sem que os dois notem sua presença, sai calmamente
e vai para um bar, onde começa a beber. Embriagada, passa a noite com o garçom. Este a leva
 
para o seu sítio. No dia seguinte, Beto chega e os dois discutem
violentamente. Após mútuas agressões verbais, fazem as pazes e perdoam-se mutuamente.
2- A CASA DOS PRAZERES PROIBIDOS
ELENCO:
Laerte Calicchio (Mário)
Fabíola Fayane (Marina)
SINOPSE: Mário (Laerte Calicchio) casou-se com a Condessa Marina (Fabíola Fayane), uma linda
 
garota, mas louca por sexo em todas as suas formas. Seu marido
nem ligava para ela e lhe dava toda liberdade, pois o que ele realmente queria era sua
 
fortuna. Mário bolou um plano maquiavélico: contratou um casal de
amigos que também gostavam desse tipo de sexo e montou um porão na mansão de Carol, uma sala
 
de torturas, com a finalidade de atender aos casais que ali
frequentavam, em busca de prazeres violentos. Colocado o plano em ação, o casal convidou a
 
Condessa para participar de uma noitada de sexo em grupo naquela
sala tétrica, onde o sexo e a tortura se aliavam, para poder assim matá-la de uma maneira
 
diferente. Por várias vezes a Condessa participou dessa orgia,
até que ela foi assassinada durante um ato sexual, cumprindo assim, o estranho e diabólico
 
plano de Mário.
3- CORPOS ARDENTES
ELENCO:
Teka Lanza (Teca)
Márcia Ferro (Márcia)
SINOPSE: Teca (Teka Lanza), uma lésbica, para saciar seu instinto sexual, faz sexo com
 
homens, mulheres e todos os tipos de animais. Sua amiga Márcia (Márcia
Ferro), que também é louca por animais, participa de suas loucuras e as duas vivem as mais
 
bizarras e inconsequentes fantasias sexuais.
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DUAS MULHERES E UM PÔNEI (1987)
 

LINK:
http://depositfiles.com/files/tpvhye7fm
ELENCO:
Márcia Ferro
Fernando Sábato
Michelle Darc
Marcos José
Emerson Cordeiro
Eliseu Faria
SINOPSE:
Salvar uma mulher bonita e gostosa de um estupro pode trazer consigo muitas recompensas:
 
elogios, beijos... ou uma boa transa! Mas quando a mulher é tarada
por homens e pôneis, isso pode tornar-se uma verdadeira aventura! E Ronaldo entrou nessa.
 
Muito tímido no começo, logo é jogado na trilha do sexo pela
mulher que pegou na estrada e, quando menos espera, vê-se envolvido com bandidos que tentam
 
assaltá-lo. Teria ela planejado isso?... Mas o sexo continua
e Ronaldo é levado pela 'tarada' ao sítio de uma amiga, repleto de pôneis e cavalos. Lá são
 
liberadas todas as fantasias sexuais de Ronaldo e de suas novas
amigas, bem como dos próprios bandidos, através de orgias monumentais. O ciúme e a inveja
 
fazem com que Ronaldo e a mulher briguem, e ela peça ajuda a
alguém na estrada. Cuidado! Quem será a próxima vítima?
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COMENTÁRIO:
Pois bem. Em meio a uma onda de filmes com temáticas um tanto quanto zoofílicas, isso lá nos
 
anos oitenta, eis que surge, mais precisamente em 1987, Duas
Mulheres e um Pônei. E quem são as mulheres que o título do filme rotula? A musa Márcia
 
Ferro e a inexpressiva (e "topa tudo por dinheiro") Michelle Darc.
Provavelmente, Duas Mulheres e um Pônei seja o primeiro (e único) road movie pornô zoofílico
 
brasileiro. Se é que vocês entenderam esta classificação insana...
Vamos à sinopse: Um Zé Ruela qualquer (que poderia ser eu ou você) – o ator Fernando Sabato
 
– está a caminhar com o seu carro em uma zona rural. Eis que
de repente, saindo das matas secas que encobrem a estrada, surge Márcia Ferro, gritando e
 
pedindo por socorro. Fernando, como bom samaritano, vai ao encontro
da desesperada, acabando por socorrê-la de um suposto estupro.
Dentro do carro, Fernando Sabato se depara com uma mulher que, aos poucos, vai mostrando a
 
sua insanidade, loucura e, acima de tudo, depravação. Ressalva-se,
neste ponto, a boa interpretação de Márcia Ferro, que em muito lembra a Bianca Chernier no
 
Revelações de uma Sexomaníaca. E não é que a Márcia Ferro resolver
afogar o ganso em pleno carro? Se é que vocês me entendem...
Como alegria de pobre dura pouco, dois vagabundos resolvem assaltar o casal. A depravada da
 
Márcia Ferro, tiririca da vida que os delinqüentes estragaram
o seu dia, desarma os meliantes e os deixa amarrados. Sem saber o que fazer com eles, segue
 
para a fazenda de uma conhecida sua.
Nesta fazenda, o único passatempo de sua amiga é criar cavalos. Ou melhor, pôneis. Aí vocês
 
já sabem o que acontece, né? Ou eu preciso detalhar tudo? Como
na Boca do Lixo todo mundo é anormal, a principal diversão desta amiga é não só criar
 
pôneis, mas também se divertir com as suas crias. Aí entra Juan Bajon
e sua obsessão eqüina em ação. Neste rala-e-rola com os pôneis, eis que aparecem cenas,
 
digamos assim, "escrotas", "indigestas". Juan Bajon não deixou
a imaginação do espectador falar por cima. Optou, de modo sensacionalista a bagaceiro,
 
mostrar a feiosa da Michelle Darc com a boca na botija, se é que
vocês entendem. Aqui faço uma pequena pausa dissertativa. Só uma curiosidade inútil, que em
 
nada vai agregar a sua bagagem cultural: nas produções pornográficas,
quando há cenas com animais, o diretor lambuza açúcar ou qualquer tipo de doce no corpo da
 
atriz, para que o animal lamba e... Ei! Mas que baixaria da
porra é essa aqui no meu blog? Vamos mudar de assunto...
Levando os dois bandidos e o rapaz que a socorreu para a fazenda, lá resolvem animar as
 
horas que ainda lhes restam...
Após a análise (sempre superficial do blog Necrofilmes), saliento duas observações que penso
 
serem relevantes. A primeira é a interessante e inusitada abordagem
do diretor Juan Bajon no Duas Mulheres e um Pônei. Em todos os filmes pornôs (no Brasil e no
 
mundo), nota-se a subserviência da mulher, o papel do sexo
feminino como instrumento de realização dos anseios sexuais de homem. A mulher como objeto
 
sexual e outros blá blá blá de tese de movimentos feministas.
Mas neste filme é diferente! No Duas Mulheres e um Pônei a mulher é o símbolo do poder, a
 
pessoa que manda e desmanda quando o assunto é sexo. Believe
or not, nesta obra singular de Juan Bajon, as mulheres usam os homens como objeto de
 
satisfação sexual! Em certos trechos, a mulher quer fazer sexo, mas
o homem não quer, dando um de "não dou mas quero dar"! Pois é amigo, os tempos são outros...
O segundo ponto relevante é a própria criatividade na narrativa da obra. Há uma inteligente
 
ligação entre o início e o fim do filme, como se este não fosse
ter fim. Explico, não complico: no início, Márcia Ferro é socorrida por um homem. No final,
 
foge deste mesmo homem para ser socorrido por um outro. E nisso
subentende-se que irá se perpetuar essas idas e vindas de uma mulher e sua loucura. Como se
 
ela fosse uma divindade sexual de uma estrada, atazanando a
vida de seus motoristas.
Em suma. Duas Mulheres e um Pônei é um exemplo concreto da criatividade (e loucura) reinante
 
nos artesãos da gloriosa Boca do Lixo! Tenho dito!
Escrito por Yúri Koch
http://necrofilmes.zip.net
 

MEU MARIDO, MEU CAVALO (1986)
 

LINK:
http://depositfiles.com/files/hi58z4eun
Direção: Juan Bajon
ELENCO:
Sandra Morelli
Ronaldo Amaral
Bianchina Della Costa
Francisco Assis
Eliseu Faria
Ninon Jones
Anthony Valera
SINOPSE:
Uma jovem recém-casada, após presenciar um cruzamento de cavalos num haras, resolve fazer
 
uma pequena brincadeira com seu marido e exige que se posicione
como um cavalo e ela como uma égua toda vez que travam uma relação sexual. Ela arranja uma
 
sela e obriga o marido a usá-la. Quando ele rejeita as loucuras
de sua mulher, ela entra em crise histérica. Ele acaba satisfazendo todas as suas
 
exigências. Aos Poucos, vai assumindo as características de um cavalo,
perdendo as faculdades humanas.
Desesperada com a solidão em que vive, a mulher quer que seu marido volte a ser gente.
 
Resolve levá-lo a um Psiquiatra. Este está interessado em estudar
este fenômeno pouco comum para sua tese de doutoramento. Aos poucos, a mulher vai aceitando
 
passivamente a absurda condição equina do marido.
Passam-se alguns anos na história, agora o nosso homem cavalo envelheceu, mas sua mulher
 
continua bonita e jovem como sempre. O sexo preservou a sua juvenilidade
durante todo esse tempo. A única decepção é ver que seus três filhos puxaram o pai, o homem
 
cavalo.
 

SEDUZIDA POR UM CAVALO (1986)
 

LINK:
http://depositfiles.com/files/igd4dk1lv
Direção: Juan Bajon
ELENCO:
Sandra Morelli (Tereza)
Ronaldo Amaral (Sérgio)
Bianchina Della Costa
Francisco Assis
Ninon Jones
Solange Dumont
Marcos José
SINOPSE:
Tereza e Sérgio são caseiros de uma casa de campo. Sérgio é extremamente ciumento e não
 
permite que sua mulher o acompanhe ao local onde trabalha, um haras,
onde cuida de cavalos de raça e de corrida. O motivo é muito tolo: ele teme que sua mulher
 
se impressione com um cruzamento de cavalos e acabe se viciando
em contemplar a fúria e selvageria ao ato sexual.
Todas as noites, quando retorna do serviço, o jantar nunca está pronto. Sérgio se enfurece,
 
pois sua mulher não desgruda os olhos da novela. Começa uma
discussão e Sérgio quebra o aparelho de televisão, atirando no quintal. Ficam sem se falar
 
por um tempo. Sérgio arrepende-se da briga e reconcilia-se com
sua mulher, prometendo-lhe uma televisão em cores e de levá-la ao haras para assistir a um
 
cruzamento de cavalos.
Dias depois, ela começa a ter sonhos eróticos, onde é seduzida por um cavalo. O marido
 
desconfia dos prazeres ocultos de sua mulher, fica enciumado e procura
agradar-lhe da melhor forma possível, mantendo constantes relações sexuais.
Aos poucos, a mulher não fala mais em cavalos. Volta à vida normal e exige que seu marido dê
 
ao futuro filho o nome de um personagem da novela. O marido,
machista por natureza, não aceita e exige que a criança leve seu nome. Daí, surgem novas
 
discussões...
 

MEU CACHORRO, MEU AMANTE (1986)
 

LINK:
http://depositfiles.com/files/746xcvyei
DIREÇÃO: Custódio GomesELENCO:Renata GomesRosangela DiasMauro PintoLuzaEliane GabarronWalter
 
GabarronMárcia FerroCOMENTÁRIO:Responda rápido: Quem foi o
maior garanhão do cinema de sexo explícito tupiniquim?a) Anão Chumbinhob) Oswaldo Cirilloc)
 
Walter Gabarrond) BernardãoVocê, nobre leitor que acompanha
o blog Necrofilmes, certamente marcou a letra "A". Mas, porém, no entanto, todavia... O
 
título vai para... Bernardão! Mas quem diabos é "Bernardão"? Bernardo
(ou Bernardão para os íntimos) é, nada mais nada menos, que o cidadão (!) que ilustra a capa
 
deste filme. Mas será possível? Bernardão é um... é um...
É um cachorro??!!O Brasil, nos anos 80, viveu com certeza o maior momento de criatividade e
 
ousadia que o mercado pornográfico já viu em todo o mundo.
Isso é fato. Anos 80, período em que você, ou seu pai, ia aos cinemas assistir, sem pudores,
 
a filmes chamados "Alucinação Sexuais de um Macaco", "Emoções
Sexuais de um Jegue", "Emoções Sexuais de um Cavalo"... E por aí nós vamos.No ano de 1986,
 
Custódio Gomes realizou um filme de título um tanto quanto inusitado.
"Título inusitado" é, de uma certa forma, um pleonasmo, um vício de linguagem, uma vez que é
 
uma missão impossível você encontrar qualquer filme de sexo
explícito da Boca do Lixo que não tenha um título bizarro, excêntrico, engraçado, escroto, e
 
outros adjetivos. O filme em questão é "Aberrações Sexuais
de um Cachorro", que narra "as estripulias eróticas de um São Bernardo louco por mulheres",
 
como afirma o meu livro de cabeceira Guia do Vídeo Nova Cultural
do ano de 1991, que eu valorizo e odeio ao mesmo tempo. Gosto por ser um documento
 
histórico, que registrou um perídio importante (e muito criticado) do
cinema brasileiro. Odeio pelo fato do mesmo livro ser mal-humorado, preconceituoso e ter uma
 
ironia um pouco retardada.Custódio Gomes, mais conhecido pelas
pessoas como o diretor de Alucinações Sexuais de um Macaco, "contratou" o Bernardão para que
 
o mesmo estrelasse um filme seu. Bernardão, obviamente, dá
conta do recado. Em meio a várias mulheres em uma casa de campo (que lugar melhor para se
 
fazer filmes com elementos zoofílicos que uma fazenda?), Bernardão
usa e abusa da safadeza. Aberrações Sexuais de um Cachorro, anterior ao Meu Cachorro Meu
 
Amante, atraiu 17.542 pessoas em quatro semanas de exibição. Fosse
hoje, se tivesse um filme com esse nome em cartaz, ninguém ia. Só uma pessoa... Quem
 
será?Meu Cachorro Meu Amante é a continuação de Aberrações Sexuais
de um Cachorro, com o cachorro São Bernardo e um elenco comum da Boca do Lixo, estrelando
 
Márcia Ferro – numa aparição vapt-vupt no início – e mais o casal
Gabarron (Eliane Gabarron, por sinal, usa uma ridícula piruca loira). Destaca-se ao longo do
 
filme, como obviamente não poderia deixar de ser, as cenas
pitorescas titularizadas por Bernardo, com direito a closes escalafobéticos de penetrações e
 
as mais diversas posições sexuais, que nem sequer o velho
Kama Sutra conhecia!Não sou louco de afirmar que o filme Aberrações Sexuais de um Cachorro é
 
agradável, "bonito" ou algo do tipo. Serve apenas com um curioso
registro de uma época do Brasil em que as pessoas se despiam de certo preconceitos, entravam
 
nos cinemas e estavam prontas para o que der e vier...Sabe,
a coisa mais difícil do mundo é você fazer uma crítica de um filme. Ainda mais quando é um
 
filme pornô. Ainda mais quando é um filme pornô da Boca do Lixo.
Realmente é difícil, mas realmente eu me esforço...Escrito por Yúri
 
Kochhttp://necrofilmes.zip.net
 

MULHERES E CAVALOS (1986)
 

LINK:
http://depositfiles.com/files/l9zh56pfb
ELENCO:
Márcia Ferro
Fernando Sábato
Michelle Darc
Max Din
Najara Kundera
SINOPSE:
A filha de um milionário é sequestrada por dois perigosos marginais e levada a um luxuoso
 
esconderijo. É feito o pedido de resgate, porém o pai não quer
pagar nada. A filha tem uma personalidade fortíssima e além disso é bastante gostosa e
 
sensual, o que faz com que os marginais fiquem loucos para transar
com ela. Ela também não esconde a sua vontade. Os sequestradores insistem no resgate, mas o
 
dinheiro não vem. A filha gosta da situação e não quer mais
voltar para casa, ela quer mesmo é sexo, sexo... muito sexo! Quem não gosta muito do que
 
está acontecendo são as namoradas dos marginais, que tentam convencê-los
a mandá-la de volta ao pai milionário, para que possam ficar a sós com seus 'gatões' e
 
cavalos. A sequestrada não quer ir embora de jeito nenhum. Os marginais
levam-na embora à força, abandonando-a em lugar ermo. Sem dinheiro, mas contentes por terem
 
se livrado da louca, e por estarem com suas namoradas, todos
comemoram. Contudo, uma surpresa os espera...
http://cinemateca.gov.br
COMENTÁRIO:
Qual é o filme de hoje? A obra da vez é Mulheres e Cavalos, feito no ano de 1986. E o
 
elenco? Bom, nós temos a estrela Márcia Ferro, uma das grandes rainhas
da Boca do Lixo. Além da musa, temos ainda Fernando Sábato, Max Din, Michelle Darc (óia ela
 
aí de novo!) e a desconhecida Najara Kundera.
O enredo é bem semelhante a Duas Mulheres e um Pônei. É aquela velha história de pegar uma
 
idéia central e explorar ela ao máximo, fazendo dois ou mais
filmes quase idênticos. Assim como Joe D'Amato e outros diretores faziam no Velho
 
Continente, Bajon fazia por estas bandas. Produzindo vários filmes com
o mesmo elenco, cenários e enredo, gasta-se pouco e tem um bom retorno financeiro, em uma
 
lucrativa relação custo-benefício. Pois bem. Como disse em resenha
anterior, no Duas Mulheres e um Pônei, Márcia Ferro escapa de um possível estupro, sendo
 
salva por Fernando Sábato. Já aqui,  no Mulheres e Cavalos, Márcia
Ferro é seqüestrada pelo mesmo Fernando Sábato, e por seu parceiro de crime Max Din.
No Mulheres e Cavalos, Márcia Ferro é filha de um milionário (que nunca é mostrado), e por
 
isso, seqüestrada. O que os bandidos não sabem é que dona Márcia
é uma mulher insana, louca e depravada. Aliás, um amigo meu – que não vou revelar o nome –
 
conhece a Márcia Ferro, e diz que ela é assim mesmo, extremamente
amalucada!
Como no Duas Mulheres e um Pônei, no Mulheres e Cavalos todos saem da cidade, em direção a
 
uma fazenda. Lá no cárcere, nossa musa, dona Márcia Ferro, resolve
conhecer melhor os seus seqüestradores, vendo o tamanho do resgate, se é que vocês me
 
entendem...
A interpretação de Márcia Ferro é extremamente forçada, e por isso mesmo divertidíssima! Na
 
fazenda, consegue irritar e enlouquecer os seus seqüestradores
– que, além de não conseguirem obter o dinheiro do resgate, tem que aturar a devassidão
 
total até o último orgasmo da seqüestrada. No melhor estilo "adepta
da Ilha de Lesbos", Márcia Ferro divide a cama com as feiosas Najara Kundera (nome de
 
princesa africana, heim?) e Michelle Darc. O ponto alto da performance
de dona Ferro é, sem dúvida nenhuma, o double blowjob que ela pratica nos sortudos Fernando
 
Sábato e Max Din, com direito à facial cumshot. Aliás, cena
assim é raríssima de ser vista em um filme da Boca do Lixo. Totalmente excelente, como
 
diria... Quem mesmo dizia essa frase?
O que esperar então de Mulheres e Cavalos? Um produto corriqueiro, e até mesmo banal, é
 
verdade. Mas não deixa de ser interessante, abordando a sexualidade
insana do Brasil terceiro mundo, além de ser um belo exemplar do nosso cinema primitivo.
 
"Primitivo" não como uma conotação depreciativa, e sim como adjetivo
do retrato fiel do nosso verdadeiro cinema pornográfico brasileiro. O oposto do que é feito
 
atualmente, um emaranhado inútil de cenas desconexas e cretinas,
sem criatividade ou ousadia. E viva Juan Bajon!
 Escrito por Yúri Koch
http://necrofilmes.zip.net
 

A DAMA DE PAUS (1989)
 

LINK:
http://depositfiles.com/files/vcsaisvb5
ELENCO:
Débora Muniz 
Cristina Silva 
Fernando Benini 
Rodrigo Ramalho 
Andréa Pucci 
Cristina Silva 
Márcia Regina 
Carla Keisy 
Renato Grecchi 
J. Avelar 
SINOPSE:
Espécie de colagem dos melhores momentos da musa Débora Muniz. Ela interpreta uma mulher
 
infeliz, que tem problemas com o marido alcoólatra (Fernando Benini
– sim, aquele mesmo do programa Silvio Santos!), rejeitando-o sexualmente e só chegando ao
 
prazer em sonhos eróticos. O filme utiliza momentos dos filmes
Gozo Alucinante, de Jean Garrett, e de Mulheres Taradas por Animais, de Ody Fraga.
 
Participação de José Mojica (o Zé do Caixão) interpretando um pastor
evangélico bêbado.
http://www.cinemateca.gov.br
COMENTÁRIO:
A Dama de Paus tem uma das sequências iniciais mais atordoantes da história do cinema
 
nacional. Milhares de indivíduos encapuzados, que se assemelham à
temida ordem Ku-Klux-Klan, se enfileiram para penetrar Débora Muniz, uma das grandes musas
 
do sexo explícito brasileiro.
O ápice (para ela e para quem assiste) é esticado para o final, quando ela é sexualmente
 
violada pelo líder, que ostenta uma máscara, portentosamente confeccionada,
de (pasme!) cavalo. Em dez minutos, Mário Vaz Filho já gastou todos os trunfos de uma
 
produção de gênero, você diz. E você está brutalmente equivocado,
já que um cavalo de verdade vai pintar lá pelo meio da produção.
Ao contrário de outros diretores da Boca do Lixo, como Alfredo Sternheim e José Miziara, Vaz
 
Filho não tem uma filmografia "convencional", já que ingressou
diretamente nas produções pornôs. Talvez por isso, seja consideravelmente mais criterioso em
 
suas perversões do que ambos. Enquanto Sternheim e Miziara
se limitavam a posicionar os seus personagens em fazendas borbulhantes de hormônios, Vaz
 
Filho tinha um arsenal mais variado de promiscuidade. Ele prova,
tal como MacGyver, que dois tomates e uma cenoura, em posições previamente calculadas,
 
constituem um tremendo afrodisíaco.
Como se filmar sexo não fosse o bastante, A Dama de Paus tem uma "história". Uma esposa
 
insatisfeita (Débora) se perde em devaneios libidinosos, para esclarecer
o mínimo. Invariavelmente, múltiplos personagens aleatórios se juntam à trama – um deles é
 
interpretado por um tal José Mojica Marins -, sem maiores explicações.
Afinal, o intento é socializar, não discriminar.
Por William Alves
http://www.revistazingu.net
 

O VICIADO EM C... (1984)
 

LINK:
http://depositfiles.com/files/6d2owd2o3
ELENCO:
Silvio Jr. (Zé Carlos)
Charlotte (Perola)
David Cardoso Jr. (Zé Carlos criança)
Eliana Gabarron (Rosa Maria)
Maria Tereza (D. Mariquinha)
Ilsa Mangili (Laura)
Tarzan Brasileiro (Seu José)
Rosari Graziosi (Tereza)
Fernanda Teixeira (Selma)
Elisete Lenzi (Maria Rosa)
José Nilton (Motorista de taxi)
Walter Gabarron (Rapaz do açougue)
Osvaldo Cirilo (Jorge)
Vilma Fernandes (Massagista)
J. Pedroso (Raul)
Roberto Mariano (Pedro criança)
Duração: 80min.
Direção: Roberto Fedegoso
SINOPSE:
José Carlos, nascido e criado na fazenda, mantém relação sexual com todos animais, entre
 
eles, bodes, cabras, patos, galinhas etc. Quando atinge a maioridade
vem para São Paulo tentar a sorte e morar na casa de seus padrinhos. Na casa dos padrinhos,
 
o rapaz acaba transando com todos as empregadas, mas nenhuma
o satisfaz por causa de suas preferências. Numa noite sai pela cidade e acaba conhecendo
 
Pérola, um travesti, e acabam namorando e transando. Quando atinge
o orgasmo, o rapaz ouve e visualiza sinos. Apaixona-se inteiramente. Forçado pelas
 
circunstâncias, acaba tendo que transar com a madrinha e, embora no
fim chegasse ao mesmo canal, não conseguia ouvir os sinos e, o desejo carnal, não era
 
totalmente satisfeito. Zé Carlos volta para a fazenda junto com Pérola,
que é apresentada como futura noiva. A mãe a recebe de braços abertos, mas algo na moça
 
intriga o velho pai, que comenta sua desconfiança com a esposa.
Certo momento, Pérola vai ao banheiro e o velho a espreita pelo buraco da fechadura. Quase
 
cai de quatro ao vê-la urinar, tinha alguma coisa errada com
o órgão sexual de sua futura nora. Zé Carlos, sob uma árvore, acaba de transar com Pérola.
 
Ouve os sinos e embevecido pede sua mão em casamento. Não poderia
mais viver sem ela. Pérola, suavemente, diz que não pode se casar com ele. Quando o rapaz
 
pergunta se ela já era casada, a resposta também é negativa.
Ele, então, diz que perdoa qualquer coisa. A moça, então, pega a sua mão e a leva até o
 
sexo. Imaginem o susto do rapaz. Mas, ele dá a volta por cima.
Pergunta se a suposta moça ia querer inverter a função sexual. Quando ela diz que não, ele,
 
então, afirma que o negócio é deixar o barco correr e lhe dá
um longo e apaixonado beijo.
CURIOSIDADES:
- Roberto Fedegoso é o pseudônimo de David Cardoso.
- Crianças-atores foram utilizadas em cenas simuladas de sexo, o que resultou num processo
 
 

MULHERES TARADAS POR ANIMAIS (1986)
 

DOWNLOAD:
http://uploaded.net/file/utoqwq8a/
http://depositfiles.com/files/q9rtzxqk0
ELENCO:
Lia Soul (Marta)
Solange Dumont (Sônia)
Camila Gordon (Zulmira)
Walter Gabarron (Pedro)
Oswaldo Cirilo (Miguel)
Francisco Viana (Carlos)
SINOPSE:
Marta é uma jovem de grande curiosidade intelectual. Livre e liberada, pretende escrever um
 
livro sobre assunto que a fascina: a possibilidade de concretizar
o amor com animais.
Consegue induzir duas amigas, Sônia e Zulmira, a participarem do seu projeto, isto é,
 
experimentarem concretamente todas as possibilidades de relacionamento
sexual com bichos. Seriam, portanto, ao mesmo tempo, pesquisadoras e cobaias das
 
experiências.
Marta descobre e aluga uma fazenda isolada onde existem animais das mais variadas espécies.
Elas partem para lá e encontram três homens ainda jovens, que são os encarregados pelo lugar
 
e pelos bichos.
Nos primeiros passeios que fazem para conhecimento da fazenda, elas concluem que a melhor
 
forma de trabalhar é, antes, deixar os rapazes à vontade, isto
é, relacionarem-se primeiro com eles, explorarem sexualmente suas capacidades, para depois
 
estabelecerem os paralelos convenientes.
Da idéia passam imediamente à ação e ficam depois livres para seu fim maior. Os fatos
 
evoluem conforme os planos de Marta. Ela vai escrevendo suas observações
e de suas companheiras.
O envolvimento por sua parte é total, mas procuram igualmente fazer com que os bichos as
 
aceitem como parceiros emocionais e sexuais.
Até onde tão estranho e excêntrico método de pesquisa levará essas moças, esses rapazes e
 
esses bichos? É o que Marta revela nas observações e comentários
do seu inusitado livro.
http://cinemateca.gov.br
COMENTÁRIO
A mera sugestão de sexo entre mulheres e animais causa engulhos em estômagos sensíveis, mas
 
a verdade é que este sub-subgênero pornô faz enorme sucesso
no Brasil. Pudera: no interior, transar com cabras e galinhas não é tão incomum quanto a
 
gente da cidade grande imagina – "barranquear" é prática corrente
em regiões atrasadas, muitas vezes o único tipo de iniciação sexual disponível.
Mulheres Taradas por Animais é o clássico mundial da zoofilia, citado até em guias
 
estrangeiros, era uma das fitas nacionais mais locadas e assistidas.
Quando foi exibida no Cine Íris do Rio de Janeiro, formou-se uma fila imensa na porta (fato
 
inédito desde que o local passou a exibir filmes eróticos e
shows de strip-tease, e a clientela se preocupava em entrar com máxima discrição, morrendo
 
de medo de ser vista por algum conhecido).
A verdade é que, por mais fraca que seja, Mulheres Taradas por Animais cumpre o que promete,
 
satisfazendo a curiosidade de qualquer um. Há a tradicional
transa com cavalo (o bicho ejacula na boca da moça, que reage com visível repulsa) até a
 
anta superdotada que, segundo os créditos, tem um metro de pênis.
Porém, são poucas as cenas em que há penetração – uma delas é a do bode, na qual seis
 
pessoas tiveram que segurar o animal. O leão é engodo: não transa,
só assiste. Há cenas entre mulheres e homens, inclusive com sexo anal, mas não tão
 
interessantes quanto as sequências bestiais. Merece três estrelas pelo
que cumpre e promete, mas os leitores devem fazer seu próprio julgamento.
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COMENTÁRIO:
E lá vamos nós de novo garimpar mais uma pérola do cinema hardcore da extinta Boca do Lixo.
 
A obra desta vez é um filme obrigatório nas listas internacionais
do top 10 cinema-bizarro: Mulheres Taradas por Animais.
 Três amigas vão a uma fazenda pesquisar suas teses de mestrado, sobre o sexo entre os
 
animais. Se empolgando, acabam entrando no clima da Arca de Noé!
Eu não sei quem é mais feio, os animais ou as atrizes do filmes...
É óbvio que as moças acabam se engracinhando com o povão da fazenda.
Mulheres Taradas por Animais foi dirigido por Ody Fraga em 1986, com o pseudônimo de
 
Joahannes Freyger. Conta com um dream team (?) pornô: Solange Drummond,
Oswaldo Cirilo, Walter Gabarron, o cavalo Frappé (!), o bode Barnabé (!!), a anta Bendegó
 
(!!!), o leão Léo (!!!!) e grande elenco... Epa! Leão Léo? Não,
não, este último apenas se contenta com sua leoa... Ufa!
Na verdade, o pioneiro na zoofilia no cinema pornô nacional foi... mestre Mojica Marins!
 
Exatamente! Nosso Zé do Caixão introduziu pela primeira vez uma
suposta cena zôo em um filme pornográfico: a clássica cópula entre a (horrorosa) atriz Vânia
 
Bournier e Jack, o pastor alemão, no sucesso de bilheteria
24 Horas de Sexo Explícito. Até então, o máximo de ousadia da Boca do Lixo em se tratando de
 
animais ("Boca do Lixo" leia-se período softcore) foi no Mulher,
Mulher (1977), do Jean Garret, com um cavalo lambendo os seios da musa Helena Ramos.
Reza a lenda que Jack foi morto pelo dono, pois começou a se assanhar com a sua esposa (não
 
a sua, leitor, e sim a do dono!)... Mas isso é uma outra história.
Se é para penetrar no campo da zoofilia, ninguém é mais indicado que o diretor Sady Baby.
 
Mestre Sady (como é carinhosamente chamado pelo seus fãs – eu
sou um deles!) chegou a filmar 5 filmes com bestialidade em um único ano: Emoções Sexuais de
 
um Jegue, Emoções Sexuais de um Cavalo, Meus Homens – Meu
Cavalo, A Mulher do Touro e O Cavalo e a Potranca... Isso sem contar no chinês radicado na
 
Boca, Juan Bajon, que era outro adorador de temas eqüinos no
cinema pornográfico. Aja cavalisse!
Escrito por Yúri Koch
http://necrofilmes.zip.net
 

TUDO DENTRO (1984)
 
 
surpresas para seus clientes, surpresas estas apresentadas na recepção
do motel. Convida para ajudá-lo uma recepcionista, que passa a nutrir grande simpatia por
 
ele. René, com uma luneta, acompanhado pela recepcionista, maneja
um bote inflável no lago que margeia o motel e, espreita através da mesma e por espelhos
 
adequadamente colocados nos vitrais dos chalés as diversas situações
que se desenrolam a partir das surpresas oferecidas para os clientes.
Direção: Bako
Elenco:
Alan Fontaine
Gisa Delamare
Cléo Rodrigues
Paula Sanchez
Antonio Rodi
Oasis Miniti
Eliane Gabarron
Walter Gabarron
Meire Belacosa
Nardo Sabatine
Carlos Nascimento
Pedro Terra
Nelson Ramos
Sarpy Marquesa
Renata Clouse
FONTE:
http://cinemateca.gov.br/
 

SEXO À CAVALO (1985)
 

LINK:
http://depositfiles.com/files/rj1e6ohrz
DIREÇÃO: Juan BajonELENCO:Sandra MorelliRonaldo AmaralBianchini Della CostaFrancisco
 
AssisAnthony ValeraFrancisco ViannaCamélia GomesFátima FanniSINOPSE:Numa
fazenda, uma mulher presencia um cruzamento de cavalos. A naturalidade e a selvajeria do ato
 
a deixam extremamente excitada, passando a interessar-se por
cavalos. Recorre a livros e começa a estudar o comportamento eqüino. Isso vem a despertar
 
ciúmes do marido, que fica relegado a segundo plano. Toda vez
que o marido quer manter uma relação sexual, ela exige que ele se posicione como um cavalo.
 
Ele cede. Ela se posicional como uma égua. Tudo isso em tom
de farsa, de brincadeira. Ela só consegue se excitar dessa forma maluca. Aos poucos, a
 
brincadeira vai tomando outro rumo. Agora, a mulher obriga o marido
a comportar-se como um cavalo. Quando ele se recusa, ela entra em crise histérica. O marido
 
sujeita-se novamente à humilhação. Ela passa a lhe dar feno
e alfafa para comer. Ele come e acaba, inexplicavelmente, gostando e aceitando sua nova
 
condição eqüina de viver. Ela compra uma sela e monta nele, tratando-o
como um cavalo. Passeiam pelos campos, exigindo-lhe um esforço sobrenatural. Aos poucos, vai
 
minando-lhe a saúde. SEXO A CAVALO é o retrato do absurdo
e do grotesco da condição humana.http://www.cinemateca.gov.brCOMENTÁRIO:Vamos agora fazer um
 
pequeno tour a uma das séries mais curiosas e singulares que
a Boca do Lixo já produziu, a chamada fase do "pornô-hipismo", de acordo com a definição do
 
saudoso jornalista Aramis Millarch.Em um período entre os anos
1985 a 1988, Juan Bajon dirigiu nada mais nada menos que 9 filmes cujos títulos têm a
 
palavra "cavalo". São eles: Sexo à Cavalo, Meu Marido Meu Cavalo,
Seduzida por um Cavalo, A Garota do Cavalo, Loucas por Cavalos, Mulheres e Cavalos, Viciadas
 
em Cavalo, Tudo por um Cavalo e, finalmente, Um Homem, Uma
Mulher e um Cavalo. Ufa! Cansei!  Sem falar que não citei Duas Mulheres e um Pônei e Júlia e
 
os Pôneis.Vamos então começar nossa incrível viagem com o
primeiro filme da série, Sexo à Cavalo.Logo pelo título notamos a falta de intimidade do
 
brasileiro para com a língua portuguesa. Não é "Sexo à Cavalo".
Não tem a porra da crase, mas deixa pra lá.Tudo começa com o casal Sandra Morelli e Ronaldo
 
Amaral presenciando as farras sexuais de cavalos em uma fazenda.
Mais precisamente, a Fazenda Tabatinguera – local das filmagens. E olha que o cavalo é um
 
fanfarrão!Em um ato de obsessão eqüina, Sandra Morelli ordena
que o seu marido se comporte como um cavalo. Dá feno para ele comer, coloca estribo e
 
literalmente monta no seu marido-cavalo de estimação. Obviamente
Ronaldo Amaral teima em cumprir os caprichos pitorescos de sua amada. Mas como é um
 
pau-mandado...Em uma noite estrelada, eis que chega uma galera na residência
do casal Amaral & Morelli para uma orgia (êita que o povo brasileiro já gosta de uma
 
suruba).
necrofilmes/surubaacavalo
Aqui neste segmento, puxo a orelha de Juan Bajon. Mal os personagens saem do carro e já
 
aparecem nas cenas de sexo. O diretor Juan Bajon deveria explorar
mais os corpos das mulheres. Nem se dá ao luxo sequer de filmar os rostos das atrizes! Não
 
que isto mostre a esperteza de Juan Bajon em não desagradar
o espectador com a feiúra do elenco feminino, e sim porque o filme foi todo rodado às
 
expressas. Quer dizer, "rodar rapidamente" um filme da Boca do Lixo
soa um tanto quanto óbvio. "Rodado às pressas" significa que Bajon não se preocupou com nada
 
mesmo, deixando o trabalho um pouco mal feito, mostrando um
certo desleixo no Sexo à Cavalo. A bela Bianchina Della Costa, por exemplo, poderia ser
 
melhor explorada.Mas Sexo à Cavalo não é tão podre assim. Ao contrário,
tem boas e ousadas cenas. Em um delas, uma incrível esporrada no rosto de uma cidadã, no
 
melhor estilo precursor de Brazilian Facials. O destaque fica
por conta de Sandra Morelli. Não é uma boa atriz, e nem tão bela assim. Mas realiza uma
 
competente cena com direito à "double penetration" com dois rapazes
(e o marido Ronaldo Amaral só de voyeur). Além disso, Sandra Morelli pratica uma devassa
 
performance com uma cenoura, coisa que nem o nosso velho amigo
Pernalonga conseguiria fazer!Apesar de parecer um tanto quanto bizarro, Sexo à Cavalo não
 
chega às vias de fato. O máximo de ousadia em se tratando de
zoofilia é um "trabalho manual" (também conhecido como handjob – ou, para quem ainda não
 
entendeu, a chamada "masturbação") que Morelli pratica no Garanhão.Visto
hoje, é um produto ingênuo, que nem de longe lembra as produções pornográficas bizarras que
 
a mente humana viria a produzir anos mais tarde. Exemplo é
o título homônimo (que também peca no trato com a língua portuguesa) chamado (obviamente)
 
Sexo à Cavalo. Não o do Bajon (feito em uma época que filme tinha
história e era divertido), e sim uma produção caseira vagabunda qualquer, feita em um sítio
 
qualquer, por uma pessoa qualquer, e que não vale a pena ser
comentado neste blog.Escrito por Yúri Kochhttp://necrofilmes.zip.net
 

ABERRAÇÕES SEXUAIS DE UM CACHORRO (1986)
 

LINK:
http://depositfiles.com/files/w6hyckmtt
SINOPSE:
Bernardão, um belo cão São Bernardo, transa com sua dona e despreza as cadelas do bairro. O
 
filho da dona se casa e Bernardão passa a transar também com
sua esposa.
Direção: Custódio Gomes
ELENCO:
Walter Gabarron
Rosangela Marqueti
Judite da Silva
Karina da Silva
Cão Bernardão
Cunhadinho
Silvio Júnior
Marcia Ferro
Cleusa Amaral
Marcelo Braz
Ilda Fassion
Mauro Vasconcelos
 

MEUS AMANTES, MEU JEGUE (1992)
 

LINK:
http://depositfiles.com/files/8w8t8r41p
Estamos no ano de 1992. A Boca do Lixo está na UTI, prestes a ser enterrada. A indústria
 
pornô brasileira entra em colapso. As estrelas que brilharam nos
cinemas, encantando a platéia com suas estripulias libertinas, desaparecem. Cadê o
 
Chumbinho? Onde foi o Mestre Sady Baby? E a Sandrinha Midori? As coisas
começam a se complicar...
– Moço, mi qué trabaiá num filme pornô...
– Muito bem minha filha, quais são as suas qualificações?
– Óia moço, eu fui Miss Bum-Bum 1992...
– Tá contratada! Tá contratada!
Eu não estava lá no local na época, mas bem que pôde ter sido assim o primeiro encontro
 
entre o diretor Alcides Caversan e a Kátia Alves. Juntos, os dois
conseguiram a façanha de ter feito o mais escalafobético filme pornô brasileiro ambientado
 
na roça, o chamado pornô-rural.
Meus Amantes Meu Jegue, também conhecido por Meus Amantes, Meu Cavalo, ambienta-se em um
 
sítio qualquer de um lugar qualquer. Emaranha-se no interior do
Brasil para descobrir o seu povo, a sua gente humilde, menosprezada. Somos apresentados a
 
duas pessoas. A primeira é Kátia Alves (que realmente tem uma
bela bunda). A outra pessoa é um João Ninguém cujo nome não me recordo agora, não sou bom em
 
decorar nomes de personagens. Vamos chamá-lo então de Cornélio.
Se é que vocês me entendem...
Cornélio é interpretado nada mais nada menos por Renalto Alves. Quem gosta da Boca do Lixo e
 
nunca ouviu falar no Renalto Alves, boa pessoa não é. Renalto
Alves, natural do Paraná, foi o co-diretor de vários e vários filmes do grande
 
Mestre-dos-Mestres Excelentíssimo-Senhor-Supremo-Doutor Sady Baby. Juntos,
dirigiram as maiores preciosidades pornôs de toda a história interplanetária. Entre eles o
 
cult-movie Ônibus da Suruba, de 1990.
Vamos então ao Meus Amantes, Meu Jegue (ou, como preferir, Meus Amantes, Meu Cavalo). Logo
 
pelo título, notam-se resquícios, ou melhor, influências da Boca
do Lixo, mais precisamente do ex-diretor Juan Bajon e da sua lendária Galápagos Produções. É
 
forte o elemento eqüino em tal produção. Kátia Alves, além
de transar com toda a caipiragem, menos com Cornélio (não sei se vocês me entendem), sacia
 
sua depravação sexual com... um cavalo?! E Kátia Alves foi corajosa,
viu? Na sua performance eqüino-erótica, ela bota realmente a boca no trombone... Se é que
 
vocês me entendem...
Apesar de reconhecer a sinceridade da obra de Alcides Caversan, diretor este que só vi um
 
filme até agora, declaro o total desleixo que paira sobre todos
os elementos de Meus Amantes, Meu Cavalo. Tudo é muito ruim, muito porco. As interpretações
 
são canhestras, a edição é tosca. O enquadramento da câmera
é infantil. É incrível como tudo conseguiu sair um lixo. Até acho eu que tal filme foi
 
rodado em apenas um dia e sem dinheiro nenhum. Mas o pior de tudo
é a trilha sonora, que irritou os meus ouvidos e, de tão bizarro, estou com elas até agora
 
na mente, composta pelo Douglas. Parabéns Douglas, você é um
grande compositor! Arf!
Entre os filmes do gênero pornô-rural feitos após o ano de 1990, eu recomendo sem pudor o
 
hilariante Jeca Erótico no Reino da Bicharada.
Escrito por Yúri Koch
http://necrofilmes.zip.net
 

VENHA BRINCAR COMIGO (1985)
 

LINK:
http://depositfiles.com/files/3nn7n89gv
ELENCO:Fabiana RiosArnaldo FernandesLia SoulHely AntônioJuliana AlbuquerqueRajá de
 
AragãoPaulo FarahChumbinhoKarina MirandaAbel ConstâncioVan OliverAgnaldo
CostaDjalva KimuraManoloChumbinhoHertz FelizAntonio DelosmaDyê CordeirosCrizabel FortesFICHA
 
TÉCNICA:Duração: 64 min.Direção: Mauri Queiroz (é pseudônimo
de Tony Vieira)SINOPSE:Filha de milionário é seqüestrada por quadrilha e levada para uma
 
casa de praia, mas acaba se envolvendo com um dos
 
seqüestradores.http://www.meucinemabrasileiro.comCOMENTÁRIO:É
muito comum, entre os pesquisadores da Boca do Lixo, a propagação de certas informações a
 
respeito daquele reduto mágico da arte de fazer cinema. Entre
umas leituras e outras, percebe-se a existência de uma certa lista, que encabeça o rol de
 
diretores que foram obrigados a aderir, devido a fatores culturais
e econômicos, à ascensão da pornografia explícita. O narcisista David Cardoso, por exemplo,
 
utilizando-se do pseudônimo Roberto Fedegoso, dirigiu, em 1985,
Viciado em C... Já Alfredo Sternheim, sem usar pretensos nomes artísticos, adentrou na era
 
do explícito com Sexo em Grupo. Outro importante nome obrigado
a "militar" na recente e promissora área da safadeza explícita tupiniquim foi Cláudio Cunha,
 
competente diretor de sucessos de crítica com o drama O Gosto
de Pecado (1980), que chegou a mostrar a putaria com o elogiável Oh! Rebuceteio. Além de
 
nomes como Antonio Meliande e Juan Bajon, que não viram saída
a não ser surfar na onda do pornô.Contudo, um lendário nome da gloriosa Boca do Lixo fica
 
embutido no esquecimento da memória nacional, quando se trata
de diretores que saíram dos filmes ditos "normais" para o filão X-rated. Desprezam, quase
 
todos, a figura mitológica do mineiro Mauri de Queiróz, o eterno
Tony Vieira. Talvez pelo fato da nossa "crítica cinematográfica" brasileira considerar Tony
 
Vieira um subdiretor, incapaz de conviver no panteão dos diretores
nacionais. Uma mera abstração inútil, inculto, produtor e diretor de filmes de qualidade
 
"duvidosa", um ser indigno de constar na memória do cinema brasileiro.Não
é, pois, esse o entendimento do blog Necrofilmes e de sites como a Zingu, que relembra e
 
respeita a memória deste que provavelmente foi o diretor que melhor
soube levar o cinema de diversão às grandes massas. A partir de 1972, quando dirigiu o
 
western Gringo, o Último Matador, o Brasil passaria a conhecer e
conviver cotidianamente o cinema de massas de Tony Vieira. Um cinema sem grandes
 
complexidades ou desenvolvimento técnico, é verdade. Com filmes dotados
de orçamentos quase inexistentes, e fazendo verdadeiros malabares na arte da direção – ele
 
veio de um circo – Tony Vieira conseguiu conjugar um cinema
que enfatizava não a "arte" em si – no seu conceito aristocrático, de difícil compreensão às
 
multidões –, e sim levar alegria e entretenimento a um povo
tão sofrido como é o brasileiro.Em um período de 15 anos, Tony Vieira foi o responsável pela
 
direção, produção e (quase sempre) atuação de aproximadamente
30 filmes. Um efeito grandioso, que mostrava sua fidelidade e obstinação à Sétima Arte.
 
Corajoso e ousado, Tony Vieira destilava cargas de adrenalina em
todos os gêneros possíveis, dirigindo e atuando em faroestes, policiais, suspenses,
 
aventuras e dramas. A crítica nativa – como é comum em toda a sua história
– no afã de jogar pedras a quem vem do povo (que não tem a predestinação divina de vir de
 
família de banqueiros) o considerava um diretor horrível. Mas
em certo momento, em uma análise ao filme Os Violentadores (1978), ela foi obrigada a
 
confessar: "Pode ser que Os Violentadores não passe de uma imitação,
mas podem crer, é um filme feito com sangue, suor e lágrimas de brasileiros". Tony Vieira é
 
a materialização mais fiel do que se pode chamar de cinema
popular. A revista Cinema em Close Up – importante e extraordinário veículo de publicidade
 
da Boca do Lixo, certa feita se referiu a Tony Vieira como aquele
que "se especializou na realização de filmes nos quais a correria e o sopapo dão a idéia de
 
uma nacionalíssima violência".Dotado de um senso empresarial
incomum, Tony Vieira, nos anos 70, fundou a MQ Produções Cinematográficas. Como consta em
 
uma matéria da época, a MQ "começou do nada, apenas tinha a inteligência
do seu titular. Hoje possui equipamento próprio, três câmeras, travellings e moviola"
 
(Cinema em Close Up nº 13)E a partir de 1984, com Meninas de Programa,
Tony Vieira inundou os cinemas com obras pornográficas, como Neurose Sexual, Venha Brincar
 
Comigo, Eu Adora essa Cobra, entre outras que incorporaram,
algumas com fidelidade, o jeitinho brasileiro de dirigir safadeza, recheado de cenas
 
transgressoras, que ainda não eram muito comuns na época. Tony Vieira
foi um dos pioneiros na arte de transgredir, de inovar o pornô com cenas bizarras e
 
inusitadas, recheado de parafilias, homossexualidade e estupros, além
de sexo interracial.Em 1986, em plena invasão pornográfica norte-americana no Brasil, que
 
exibia nos cinemas as devassas atuações de estrelas do nível
de Ginger Lynn e Traci Lords (apesar desta ser "di menó" na época), Tony Vieira e sua MQ
 
Produções rodaram Venha Brincar Comigo, aproveitando, de forma
explorativa, uma notícia que deu no que falar, na época: uma inglesa que se apaixonou pelo
 
seu sequestrador; uma materialização factual daquilo que a psicologia
chama de Síndrome de Estocolmo.No filme em comento, a filha de um milionário (Fabiana Rios)
 
é raptada por sequestradores adeptos da suruba e hedonismo,
composto por três homens e uma mulher (Lia Soul, que anos mais tarde escandalizaria o Brasil
 
e os Estados Unidos com Mulheres Taradas por Animais). Levada
a uma distante casa de campo, a sequestrada nutrirá um paixão incontrolável por um dos seus
 
seqüestradores (o ator Van Oliver), aquele encarregado de "cuidar"
dela, enquanto os outros meliantes vão aos bacanais da vida – as cenas de orgias, nas quais
 
impera o vale-tudo, foram filmadas na lendária Boate Biblo's,
de São Paulo, muito explorado pelos filmes da Boca do Lixo, assim como o Motel Bariloche.A
 
trilha musical, retirada do LP de Lilian Gonçalves, é um das
mais irritantes possíveis, bem camp, ultrapassado e irritante. Um filme pornô, pela sua
 
essência, se sustenta por um elenco que dê respaldo às multidões.
Lamentavelmente não acontece com Venha Brincar Comigo. A atriz principal, Fabiana Rios, na
 
época foi descrita como uma "nova musa do sexo explícito". Mas
verdade seja dita, Fabiana Rios não tem carisma nenhum. Nas cenas de sexo, parece mais um
 
robô, sem expressões, sem saber ter desenvoltura com o corpo
e inerte nas ações sexuais. Não é à toa que sua passagem foi meteórica na Boca do Lixo,
 
contracenando em só mais um filme, também do Tony Vieira, em o
desconhecido Garotas da Boca Quente.Entretanto, no meio de um elenco sem apelo popular, eis
 
que surge na linha do horizonte ele, o mais querido e charmoso
ator brasileiro de todos os tempos, o saudoso e lendário anão Chumbinho. Como uma ave Fênix,
 
Chumbinho ressurge das trevas para dar ao filme Venha Brincar
Comigo apenas uma única cena realmente divertida e digna. Guiando seu cavalo na praia,
 
Chumbinho, em um momento de distração, deixa seu animal amarrado
em uma árvore. Acontece que no mesmo momento os sequestradores estavam lascando a lambisgóia
 
nas areias da praia (se é que vocês me entendem). E um pacato
senhor, ao ver atônito a cena de suruba ao ar livre, quer logo saciar seu prazer hedonista
 
("saciar seu prazer hedonista" leia-se bater punheta para gozar).
Mas eis que o senhor de idade tem uma ideia melhor (Hã? "Melhor"?). O cidadão percebe que o
 
cavalo de Chumbinho está ali, no meio do mato, dando sopa.
Então: Créu!Tenham calma! Tony Vieira não era Sady Baby nem Rubens Prado. Aqui, o
 
bestialismo é apenas implícito. Mas imagina você, leitor. Você tem um
cavalo que usa como meio de transporte. Em um momento de descuido, deixa o cavalo sozinho,
 
amarrando o mesmo a um tronco de árvore. Quando se dá conta,
tem um estranho "montado" (no mau sentido) no seu cavalo! Eu ia fazer o mesmo que o
 
Chumbinho, jogar pedra no safado. Chumbinho não titubeia, pega várias
pedras e joga no bizarro ser zoofílico. Até que o descarado sai correndo, fugindo das
 
pedradas certeiras de Chumbinho. Essa é o único momento de criatividade
de todo o filme.Para azar dos puritanos, Venha Brincar Comigo é entrecortado por cenas
 
bizarras. Na Boate Biblo's, um dos sequestradores toca piano. Só
que ao invés de usar os dedos, ele usa o Bráulio – se é que vocês me entendem. Sem contar
 
nas excêntricas cenas de homoerotismo (ou, melhor dizendo, "viadagem"
mesmo!) protagonizados por Agnaldo Costa, que chega a enfiar uma garrafa no próprio fiofó!O
 
elenco feminino de Venha Brincar Comigo é sem graça, não tem
o tchan de uma Sandrinha Midori da vida, muito menos a ingenuidade sensual de uma Sandra
 
Morelli, nem a desenvoltura e dinamismo de uma Eliane Gabarron.
E Fabiana Rios, como dito anteriormente, é um robô frio e sem graça, que não consegue
 
emprestar sensualidade a nenhuma cena. Ela é broxante! Deve-se deixar
registrado aqui nos anais desta casa a última frase que Fabiana Rios recita para os
 
espectadores, ao se deparar com seu sequestrador-amante, uma frase
surpreendente: "Amor de pica é amor que fica". Uma declaração que certamente Gilmar Mendes e
 
sua gangue qualificaria como algo "lítero-poético-recreativo".O
ponto fraco de Venha Brincar Comigo é a aparição veloz (e mal filmada) do astro Chumbinho –
 
dublado com uma voz das mais grotescas, e por isso mesmo engraçadíssimo.
Chumbinho, dotado de um talento sexual ímpar e comediante nato, astro do stand up comedy no
 
pornô (ele, sozinho em cena, fazia cenas e trejeitos hilariantes,
roubando todo o brilhantismo e diversão de qualquer filme) poderia ter sido melhor usado por
 
Tony Vieira. Ao invés da sua aparição vapt-vupt.As falhas
do filme são evidentes. A criatividade sempre foi um elemento intrínseco à carreira de Tony
 
Vieira. Porém, Venha Brincar Comigo é uma obra menor do mestre,
sem o espírito debochado, marginal e alegre que tanto a Boca do Lixo proporcionou às classes
 
populares – apesar de algumas cenas transgressoras. E a memória
de Tony Vieira, para o nosso azar, quedou-se inerte no ostracismo do tempo.Escrito por Yúri
 
Kochhttp://necrofilmes.zip.net
 

MULHER, MULHER (1979)
 

Link:  
http://livefile.org/get/jPwPH2vPXJXu/Mulher_Mulher.rar.html
http://uploaded.net/file/q51t54mg/
http://uploaded.net/file/jzbx29qi/
Direção: Jean Garrett
ELENCO:
Helena Ramos (Alice)
Petty Pesce
Dênis Derkian
Liana Duval
Aldo Bueno
Zélia Toledo
SINOPSE:
Viúva recente, Alice chega a sua casa de campo para descansar e refletir sobre sua relação
 
com o falecido marido, um psiquiatra machista, que em vida, pouco
se preocupou com as necessidades da esposa. Pelo telefone, sofre assédio de Luís Carlos, o
 
advogado da família. Mas Alice o trata com frieza, pouco se
importando com suas declarações de amor. Querendo recompor parte de sua personalidade
 
reprimida pelo marido, Alice mostra-se aberta a experiências que
a recompensem de um passado cheio de frustrações. Por isso dedica um afeto especial a Jumbo,
 
um cavalo de estimação e entrega-se a Marta, uma jovem universitária
que como Alice, procura o local para reflexões. Recompensada com as novas experiências,
 
Alice mostra-se mais receptiva aos assédios de Luís Carlos. Convida-o
para visitá-la e o recebe como uma adolescente apaixonada. Em meio a uma discussão, Alice
 
mata-o com dois tiros. No dia seguinte, após incinerar o corpo,
parte tranqüila de volta à cidade, decidida a iniciar uma nova vida.
COMENTÁRIO:
Alice (Helena Ramos) é uma mulher viúva que não se sentia realizada com o marido psiquiatra
 
e depois de sua morte resolve ir para uma casa de campo espairecer
(esses lugares sempre parecem milagrosos), reencontra seu adorado cavalo Jumbo, pelo qual
 
nutre uma paixão, enquanto sofre o assédio do advogado Luiz Carlos
(Denys Derkyan de "O fuscão preto"), do qual ela se esquiva e de Marta (Petty Pesce) uma
 
mulher liberada que passa uns dias numa barraca à beira da praia.
O filme começa de maneira muito interessante, mostrando os desejos não realizados dessa
 
mulher que ouve as fitas das pacientes de seu marido e aos poucos
vai enlouquecendo, ficando histérica e não consegue se realizar com ninguém. Apesar de
 
talentoso, Jean Garrett era meio paranóico e isso transparece em
quase todos os seus filmes. Este tem a narrativa truncada e às vezes confusa.
Helena Ramos não fotografa bem como loura, ficando apagada e sem vida e sua voz parece ter
 
sido dublada por outra atriz, o que ela confirma ser normal naquela
época quando os atores não tinham tempo. As cenas aqui são mais ousadas que nos outros
 
filmes dela, inclusive com alguns closes indiscretos na hora do
banho, já as cenas com o cavalo são até discretas. Eles passavam em seu corpo algum líquido
 
adocicado e então o cavalo a lambia, enquanto ela fingia sentir
prazer. Ainda bem que ela não fez outro filme do gênero. É quase impossível se identificar
 
ou gostar de sua personagem devido a seu histerismo e paranóia.
"Mulher, mulher" definitivamente não está entre seus melhores filmes.
Os primeiros animais a protagonizarem esses filmes, foram os cavalos, primeiro em cenas
 
simuladas com Aryadne de Lima em "A menina e o cavalo" (1983), em
seguida Sandra Morelli ficou marcada como a rainha dos filmes sobre cavalos: "Sexo a cavalo"
 
(1986), "Loucas por cavalos" (1986). "A garota e o cavalo"
(1986), "Tudo por um cavalo" (1988), "Um homem, uma mulher e um cavalo" (1988) e até pôneis:
 
"Júlia e os pôneis" (1987), junto com Márcia Ferro, mas as
cenas de Sandra eram até discretas e ela obrigava o marido (Ronaldo Amaral) a se portar como
 
um eqüino. Márcia Ferro ainda protagonizou "Minha égua favorita
(1985), "Duas mulheres e um pônei" (1986), "Viciadas em cavalos" (1987), "Mulheres e
 
cavalos" (1987). Depois disso as coisas foram piorando, os filmes
ficaram mais pesados e envolviam todo o zoológico: "Mulheres taradas por animais";
 
cachorros: "24 horas de sexo ardente" (1984), "Meu cachorro, meu amante"
(1986), "Alucinações sexuais de um cachorro" (1986); cabras: "Minha cabrita, minha tara"
 
(1986); touro: " A Mulher do touro"; galinhas: "A galinha do rabo
de ouro"; macacos: "Alucinações sexuais de um macaco" (este com alguém fantasiado de
 
macaco); jegue: "Emoções sexuais de um jegue" e até piranhas: "O beijo
da mulher piranha", também de Garrett com o pseudônimo de J. A. Nunes.
 

24 HORAS DE SEXO EXPLÍCITO (1985)
 

LINK DOWNLOAD:
http://depositfiles.com/files/a84nz50x8
"O momento mais ousado é a transa entre Vânia Bournier e o pastor alemão Jack, supostamente
 
a primeira cena de bestialismo do Cinema Brasileiro. O sucesso
estrondoso desta nova investida de Mojica no pornô explícito motivou uma seqüência: Quarenta
 
e oito horas de sexo alucinante." texto extraído do livro
Maldito, de André Barcinski e Ivan Finotti, Editora 34, SP, 1998.
SINOPSE:
Três atores pornô disputam quem consegue transar com o maior número de mulheres durante 24
 
horas. Para isso contam com a ajuda de algumas das mulheres mais
feias que conseguem encontrar.
Ficha Técnica
Duração: 77 min.
Distribuição: Brasil Internacional Cinematográfica e U.C.B. - União Cinematográfica
 
Brasileira
Direção: José Mojica Marins
Roteiro: Mário Lima
Argumento: Mário Lima
Produção: Mário Lima
Produção Executiva: Mário Lima
Produtor Associado: Antônio Moraes, Francisco Pires, Albano Cartozzi e Sodário Martins
Co-produção: Fotocena Filmes
Fotografia: Virgílio Roveda
Câmera: Virgílio Roveda
Assistente de câmera: Renalto Alves
Edição: Valmir Dias
Assistente de Edição: Rosalina Honório
Maquiagem: Cirus Bruno
Elenco
Sílvio Júnior
Walter Laurentis
Antônio Rodi
Cláudia Lopes
Tamara Lopes
Bene de Oliveira
Albano Cartozzi
Vânia Bournier
Roque Palácio
Elza Leonetti do Amaral
Oásis Minitti
Waldemar Laurentis
Jack (cão)
Fonte:
http://blog.meucinemabrasileiro.com/
 

 

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