quinta-feira, 30 de maio de 2013

a vizinha do andar de baixo

Como contei no relato anterior, ao trepar pela primeira vez com Jussara,
a negra faxineira do meu condomínio, fiquei sabendo que a vizinha do
andar de
baixo, que chamarei fulana para proteger sua identidade, era doida pra
trepar comigo, porque fantasiava a meu respeito como um garanhão, já que
ouvia minhas
trepadas com minha esposa e se impressionava com o número de vezes que a
gente gozava (ou melhor, que minha mulher goza) em nossas transas.... de
fato
sempre adorei fazer minhas parceiras gozarem várias vezes antes de me
permitir ter meu próprio gozo, e tenho quase que como regra fazer minha
mulher gozar
no mínimo 4 ou 5 vezes antes de sequer permitir muito contato com meu
pau.... e as mulheres que tive todas elas adoraram essa minha mania,
claro que algumas
são "osso duro de roer" e demoram para ter orgasmos, então nem sempre há
garantia de se conseguir este objetivo, mas em geral temos (eu e minha
atual,
por exemplo), uma sequência bem definida de preliminares começando com
masturbação usando as mãos, sexo oral, depois uns vibradores
estimuladores de clitóris,
depois dildos, mais e mais sexo oral, até um ponto em que ela já tenha
gozado um mínimo de 4 ou 5 vezes e esteja já totalmente relaxada e
plenamente satisfeita
com o sexo – tipo, se parar agora, já ta bom pra ela.... só aí é que eu
permito que meu caralho entre no jogo, dou pra ela chupar, fazemos 69 e
usamos
vibradores um no outro (sim, não tenho nenhum problema em admitir que
gosto de ser estimulado no ânus quando transo com mulheres, e não, não
me sinto nem
um pouquinho gay por conta disso já que não sinto o menor tesão pela
idéia de fazer sexo com homens). Ocorre que – se alguém não sabe disso
ainda – quando
o homem é estimulado genitalmente ao mesmo tempo em que tem sua próstata
"massageada" (da maneira correta, claro), ele literalmente esvazia
totalmente
suas reservas de sêmen acumuladas desde sua última ejaculação, ou seja,
esporra aos litros, e o orgasmo que se sente nesta descarga completa de
porra é
infinitamente mais prazeroso e prolongado do que as nossas gozadas
normais.... e acostumei-me a gozar desse jeito, e não abro mais mão
disso, inclusive
diminuí em muito minhas punhetas diárias para guardar mais porra pra
quando transar com minha mulher e ela me "ordenhar" com essa técnica....
não é algo
que pediria a qualquer mulher (tipo, jamais teria pedido à Jussara pra
enfiar o dedo no meu ânus quando trepamos)....

Então, agora eu ficara sabendo que fulana sentia tamanho tesão por mim
que não só ficava ouvindo minhas trepadas com minha mulher como também
se masturbava
durante essas sessões e contava pras demais mulheres do prédio como
invejava minha mulher porque sonhava poder ter tantos orgasmos quanto
ela....

Logo depois que Jussara e eu tomamos um banho depois que eu gozei na
cara dela (banho no qual ainda fiz ela me pagar mais um boquete e depois
usar o maior
vibrador da minha mulher pra gozar na minha frente de novo) ela desceu,
e eu só esperei o elevador fechar para descer um andar pelas escadas e
tocar a
campainha do apartamento da fulana..... ela veio e abriu a porta,
mostrando-se surpresa por ser eu a visitá-la.... cumprimentamo-nos e
perguntei a ela
se por acaso ela ainda estava interessada em aulas de inglês, pois eu
estava com um horário livre na parte da tarde e se ela quisesse seria um
grande prazer
poder ensiná-la....

Fulana abriu um sorriso lindo e radiante com a idéia, disse que estava
sim muito precisada destas aulas de conversação, mas que não sabia se
teria como
pagar por aulas individuais pois imaginava que cada aula minha fosse
muito cara.... eu disse a ela "vamos falar de preços daqui a pouco,
primeiro.....
ah, você tem um tempinho livre agora?" e ela "tenho, estou sozinha e o
pessoal aqui chega só à noite, por que?" e eu: "então se você topar
vamos até meu
apartamento aqui em cima pra eu poder te mostrar primeiro direitinho
como é a estrutura dos cursos que eu dou, que é algo totalmente
diferente do que existe
por aí no mercado, além do ambiente onde a gente estudaria juntos, e
depois você me diz quanto vale cada aula, que tal?".... ela titubeou por
poucos segundos
mas logo sorriu e disse "ta, eu vou sim, só deixa eu desligar o fogão
que ta ali com uma coisinha que eu to preparando, pode ir subindo que eu
já bato
lá"....

Subi e fiquei ansioso aguardando-a.... ela demorou um pouquinho, e logo
tocou minha campainha.... abri a porta da sala de visitas dessa vez,
convidei-a
a entrar e sentar no sofá.... Ela e eu optamos pelo sofá de 3 lugares,
cada um numa ponta, e puxei papo pra quebrar o gelo: "que bom que você
veio, assim
eu posso explicar melhor a estrutura do curso e fica mais fácil você se
decidir" e ela: "nossa, parece até test-drive de professor de inglês,
hahahaha"
e eu ri junto e falei, "é isso mesmo, vamos fazer isso, como um
test-drive, é uma ótima idéia, que tal a gente fazer de conta que isso
aqui já é uma aula,
se você tiver aprendido algo novo quando sair daqui você me contrata pra
valer, topa?" e ela disse que sim.... então sem ela esperar tasquei a
falar inglês
com ela....

(os diálogos abaixo foram todos em inglês, aqui para a conveniência dos
leitores relato tudo em português)

Eu: "Então, bem vinda à minha casa gatinha linda, notei que você trocou
de roupa antes de subir".... Eu nem imaginava que nível de entendimento
de inglês
ela possuía de antemão, só sabia que ela tinha feito cursinho por alguns
anos, mas eu falei devagar e pausadamente, não seria difícil alguém com
uma certa
base entender....

Ela entendeu, e ficou ruborizada, gaguejou tentando responder, e soltou
um mísero "yes" baixando os olhos envergonhada....

Continuei: "é um bom motivo pra você estudar comigo, não precisa se
produzir pra sair do prédio.... claro que pra mim seria ótimo vê-la
produzida todos
os dias aqui em casa, mas se uns desses vizinhos babões que a gente tem
perceber que você todos os dias vem aqui em casa muito lindona vão
começar a imaginar
besteiras....". Ela de novo balbuciou um "yes", e levantou o rosto dessa
vez querendo falar e soltando, num inglês bem macarrônico mas
compreensível, o
seguinte: "sim, principalmente o tonhinho, aquele cuzão (disse asshole
mesmo) que só fica cantando todo mundo".... demos risada juntos e eu
disse "mas
eu não canto ninguém, sou muito na minha" e ela "sim, sim" e eu: "quer
dizer que você não é o tipo de mulher que gosta de ser cantada?
Geralmente as mulheres
se irritam com as cantadas mas no fundo no fundo se sentem muito bem
pelo fato de saberem que os caras sentem tesão nelas"....

Fulana: "well, no.... i mean.... ah deixa eu responder em português já
que hoje é só test drive, você fala em inglês e eu em português, pode
ser?" e eu
concordei.... "quer dizer, é mais ou menos como você ta dizendo, claro
que é super gostoso saber que o cara me acha atraente, mas por outro
lado gente
como o tonhinho é irritante, insistente, porque ele que se dane se
quiser ter algo comigo, porque eu não quero nada com ele, nojento,
pegajoso...."

Eu: "entendo você, deve ser chato mesmo quando a pessoa não se toca que
não agrada.... portanto, tenho um pedido pra te fazer.... se algum
momento você
não gostar de algo que eu diga, algum assunto que eu puxe, por favor me
diga imediatamente que eu prometo que jamais voltarei ao tema, quero que
você confie
em mim totalmente".... e ela: "peraí, você ta pedindo que eu te avise se
o que? Se o tonhinho me chatear?" e eu "não, se EU te chatear", aí ela
"ah mas
você Carlos, jamais vai me chatear, você é muito gentil e agradável,
educado, eu adoro conversar com você".... respondi: "jamais é tempo
demais, olha que
em geral eu sou mesmo gentil e educado, mas também sou homem como o
tonhinho, e um dia desses você acaba me provocando demais aí eu não
quero que você
fique com nojo de mim também".... ela riu, tinha entendido minha malícia
e voltou ao inglês monossilábico: "no, no, don't worry"....

Falei: "vamos prosseguir com a aula... que tipo de mídia você mais
gosta? Música, vídeos, clipes de música, musicais de teatro,
literatura?" e ela titubeou
mas respondeu: "gosto disso tudo, mas lá em casa a gente quase não tem
tempo pra muita cultura, eu fico sozinha praticamente todos os dias,
então o que
mais eu vejo são vídeos na internet". Eu pedi que ela esperasse e voltei
logo trazendo meu laptop, conectado à net, e sentei agora no lugar do
meio do
sofá, bem próximo dela, colocando o laptop sobre a mesa de centro à
nossa frente.... Não demorou para que nossos joelhos se tocassem, e nem
ela nem eu
fizemos qualquer menção de interromper aquele contato.... fui abrindo
minha pasta de vídeos, e comecei a mostrar para ela alguns musicais da
Broadway que
eu tenho gravados, dizendo "você vai a NY, deveria ir assistir a pelo
menos um musical desses aqui", e deixei rodar um pouquinho do primeiro
vídeo, depois
passei para o segundo e comecei a cantar junto, perguntando se ela
conseguia entender... ela disse que não entendia, então pus legendas em
português, e
cantava junto enquanto ela acompanhava a tradução pelas legendas....
exclamou várias vezes "que coisa mais linda Carlos, você foi assistir?".
Contei a
ela todas as vezes que assisti àquela peça (foram várias), e emendei
contando a ela resumidamente a história toda da trama, bem resumido e de
forma bem
simples dela entender....

Quando terminei, ela já segurava minha coxa logo acima do joelho
enquanto a outra mão apoiava seu queixo, ela estava embevecida pela
beleza do enredo que
acabara de conhecer, e quando eu perguntei "gostou da história?" ela
disse "amei, adorei, nossa você é formidável, além de bonitão desse
jeito tem tanta
cultura, tanta vivência".... eu aproveitei a deixa e usei a mão direita
para afastar um pouco seus longos cabelos loiros em sua testa, num
carinho leve,
dizendo "bonita é você, bonita não, linda.." nossos joelhos começaram a
se mover e nosso contato era mais de esfregação nesse momento, quando
dei uma guinada:
"então, este tipo de vídeos que você assiste na net todos os dias?" e é
claro que ela disse "não, claro que não, quem sou eu".... perguntei "mas
então
que sites você visita pra assistir, me mostre o que você gosta de
ver".... ela ficou encurralada e sem jeito, e eu logo me toquei que ela
devia é assistir
sacanagem.... aí ela mencionou youtube, e uns outros que as pessoas me
recomendam às vezes.... eu insisti, mas qual site, diz um aí, e ela
primeiro exigiu
que eu jamais contasse aquilo pra ninguém, mas que ela gostava mesmo é
de assistir vídeos pornô quando ficava sozinha, e que seu site preferido
era o
contoerotico.com
para ler os relatos e depois visitava o
pornhub.com
ou o xvideos.com.... perguntou "isso te deixa chocado?" e eu respondi
"claro que não, eu também adoro esses sites, inclusive tenho perfil no
contoerotico.com,
com fotos e tudo.... mas seu marido não se importa?" ela: "Deus me livre
dele saber, ele me mata".... enquanto ela falava fui acessando meu
perfil e mostrei
a ela a lista de contos que eu já publicara, ela leu dois, nossos
joelhos se esfregando, ela me alisando a coxa cada vez mais, rindo cada
vez mais, fazendo
cara de espanto várias vezes, até que me pediu: "mostra suas fotos", e
eu obedeci, e abri logo o álbum onde estão várias fotos minhas sozinho,
sem mostrar
meu rosto, focando no meu caralho duro, sendo punhetado e em duas ou
três fotos mostrando porra saindo dele ou escorrida sobre ele....

Ela lambeu literalmente os beiços, e falou "nossa, que delícia, fecha
isso aí que ta me pondo louca, Carlos" e eu perguntei: "quer ver ao
vivo, eu posso
te mostrar", e puxei-a ao meu encontro tascando-lhe um enorme e molhado
beijo de língua, logo metendo as mãos por todo o corpo dela, seios, meio
das pernas,
e ela aproveitando pra fazer o mesmo começou a desabotoar minha bermuda
e liberou meu cacete pra fora, interrompendo o beijo e dizendo "então
deixa eu
ver se é lindo mesmo como na foto", e olhava maravilhada pro meu caralho
durão, e sem perder tempo foi logo pegando-o em movimento de
masturbação, e em
segundos já o engolia e tirava da boca com maestria e muita gula,
parecia que não chupava um pau há séculos, mas ao mesmo tempo não
deixava dúvida alguma
de que era exímia boqueteira.... Do jeito que era possível fui
arrancando as roupas dela também, até conseguir nos posicionar em 69
sobre o sofá, e enfiei
a cara naquela lindíssima buceta depiladinha, lisinha e cheirosa, toda
molhadinha, que eu mordiscava o grelo depois chupava com a pontinha da
língua em
movimentos circulares sobre o clitóris bem inchadinho e rosado dela,
enquanto meus dedos penetravam sua raxa com carinho impetuoso, firme mas
gentil, de
vez em quando lambendo a extensão toda do clitóris até o cuzinho rosado
cheinho de pregas que ficava piscando pra mim, fazendo fulana urrar de
tesão em
sons meio abafados pelo fato dela ter sempre meu pau inchadíssimo dentro
da boca, até tocar suas amígdalas e penetrar um pouquinho sua garganta,
ela loucamente
fazia uma garganta profunda digna de Hollywood....

Meu pau já doía um pouco porque afinal tinha acabado de trepar
violentamente com a Jussara, e fulana não levou nem 5 minutos de 69 pra
entrar num orgasmo
que se fosse medido pela escala Richter alcançaria a maior magnitude
possível, ela gritou, me arranhou as pernas, chorou, gargalhou, quase
arrancou meu
pescoço com os espasmos de suas coxas e com a força que apertou seu
quadril todo contra meu rosto, afundando minha cabeça no sofá, e
lavando-me com bastante
líquido vaginal, e ficou gozando assim bastante tempo, parecia não
conseguir parar de gozar... fez bem mais barulho que Jussara, e isso já
ia assim há
uns 3 ou mais minutos, então forcei minha saída debaixo dela e a pus de
4 no sofá, ainda trêmula, e mandei ferro na xana dela por trás....
soquei com força
pois queria gozar logo pra podermos nos recompor e acertar direitinho as
aulas que de inglês pouco teriam.... quando estou prestes a gozar e
fulana já
não parece ter mais nenhum controle sobre si mesma, continuando a gozar
e urrar enquanto meu pau surrava sua xana, toca a campainha... não deu
para interromper
meu gozo, tirei o pau e esporrei sobre a bunda e as costas dela, mas ela
ainda deu um jeito de mamar o finalzinho dos jatos.... eu também urrei
ao gozar,
e quem quer que estivesse à porta certamente ouviu todo aquele grand
finale....

Vesti rápido minha bermuda e corri abrir a porta dos fundos.... saí para
o lobby em direção à porta da frente, e dei de cara com a Jussara.... a
negona
foi falando: "vixe seu Carlos, já ta com outra aí já é? Que fogo.... mas
olha, só vim avisar que ta fazendo barulho demais, dá pra ouvir tudo lá
embaixo,
inclusive o seu toinho já ta comentando que alguém ta de festa hoje aqui
no prédio, e até falou ah se a mulher desse safado ficar sabendo ele ta
no mato"....
então eu puxei Jussara pra dentro, pela porta dos fundos, e levei-a até
a sala, onde fulana repousava lindamente nua e extasiada.... assim que
fulana viu
Jussara na sala, apavorou e desesperou, mas eu a abracei para acalmá-la
e disse: "fique calma, Jussara veio avisar que tá dando pra ouvir tudo
lá embaixo
e que o imbecil do toinho ta falando já insinuando que vem daqui de
casa" e ela, chorando "meu Deus mas como tu podes mostrar pra Jussara
que sou eu que
tô contigo ela vai contar por aí" e eu: "relaxa fulana, eu e a Jussara
somos também muito chegados, e foi ela que me contou que tu andava doida
pra transar
comigo, que fica aí contando quantas vezes eu faço minha mulher gozar,
entendeu?". "Jussara sua filha da puta, por que tu foi fazer isso? E tu
me ouvia
e já tava dando pra ele então e nunca me disse nada? Tu é muito
falsa..... ahhhhhh..... então eram vocês dois que tavam trepando ainda
há pouco? Meu Deus
Carlos como tu consegue foder com ela naquele agito todo e logo depois
me dá uma comida dessas?"

Percebi que Jussara tarava fulana sem nem tentar disfarçar, chegava a
lamber os beiços.... perguntei: "Jussara, você já terminou seu horário,
alguém sabe
que você ainda ta no prédio?" e ela "e eu sou boba seu Carlos? Eu
despedi do seu toinho falando pra ele que aquela conversa dele não me
interessava, o
viado ainda passou a mão na minha bunda e aí eu despedi dele falando que
tava indo embora pra casa.... fui pro vestiário e me troquei, quando saí
ele não
tava mais lá embaixo, saiu de carro que eu vi, acho que ninguém mais
sabe que eu ainda to aqui no prédio, porque daí eu vim aqui avisar pra
abaixar o volume"....

Fulana nos observava espantada, apavorada, mas ainda extasiada pelos
orgasmos que lhe proporcionei depois dela ter ficado abstêmia por tantos
anos de levar
pirocadas.... ao tempo em que tentava lidar com a exposição perante
Jussara, também não era capaz de ocultar que queria mais, muito mais....
falei: "Jussara,
tu ta com cara de gulosa, tu gosta de transar com mulher também é?" e
ela não titubeou "não sou sapatona não senhor, mas adoro uma sacanagem
de pegar homem
gostoso junto com outra, ainda mais se for linda assim que nem a dona
fulana aí...."

Fulana tinha uma expressão de não estar entendendo nada, e na defensiva
foi dizendo "epa, podem parar, isso aqui já foi demais pra mim hoje, não
aguento
tanta coisa numa vez só, vou pra casa" e fez menção de começar a se
vestir para ir embora.... Eu falei: "relaxa, fica aí mais um pouquinho,
assiste mais
esse pedaço de aula, não precisa fazer nada, nem anotação.... depois se
quiser participar, levante a mão como uma boa aluna".

E me atraquei com a Jussara que tinha a maior cara de safada agora,
arranquei o lenço dos cabelos dela e fulana gritou dizendo que jamais
sonhara que havia
dreadlocks lá embaixo, que jurava que Jussara era na verdade careca. Meu
pau estava de novo em riste e latejante, eu beijava a banguela da
Jussara e olhava
de canto para fulana, que parara de se vestir ficando só de calcinha,
com o sutiã nas mãos, sentada nos observando.... Fui tirando a roupa
toda da Jussara
novamente, que agora estava cheirosa depois do banho que tomáramos
juntos, e chupei aquelas tetas pretas de mamilos enormes, Jussara
suspirando de tesão
e livrando-se ela mesma do saião jeans surrado...

Quando fulana viu a pentelheira de Jussara, deu um gritinho de espanto
novamente, e gargalhou dizendo "Ju, você nunca ouviu falar em depilação
não minha
filha?" e Jussara "ah eu não tenho tempo pra isso não dona fulana,
ninguém quer nada comigo não, só aquele filho da puta do seu toinho que
come até a mãe,
e agora o seu Carlos... os outros com quem eu trepo são os vagabundos
que eu pego nos bailes ou lá perto de casa, tudo bêbado que não tem onde
cair morto,
dá graças a deus de ter uma boceta pra meter, aí eu é que uso eles, e
eles não ligam pra pentelho não". Fulana fez carinha de nojo mas foi
logo se excitando
com a idéia que teve: "nossa, a gente bem podia te depilar, te deixar
mais atraente, posso te ensinar, você quer? Amanhã lá em casa, que tal?"
mas eu emendei:
"não, que tal agora, aqui em casa? Vamos nós três pro chuveiro, você
fulana depila a Jussara enquanto eu te pego por trás, depois a gente vê
como a Jussara
fica e decide se ela merece ganhar alguma coisa também, que tal?"...
fulana notou que caiu na própria cilada, Jussara ficou toda animada mas
sem querer
ficar só na depilação sem garantia de participar da foda, foi logo
exigindo: "peraí vocês, se vão me raspar a periquita também vão ter que
me fazer gozar,
os dois viu?"... fulana meio que assustou demais e quis recuar, mas não
deixamos, Jussara e eu.... caminhamos em direção ao sofá e a puxamos
para juntar-se
a nós, os três corpos se esfregando, três línguas entrelaçando, fulana
não resistiu e pegou logo no meu caralho e passou a mão na bucetona
peluda de Jussara,
rindo bastante dizendo-se "louca", mas logo que as mãos pesadas e
calejadas de Jussara começaram a dedilhar seu grelo ela desabou de tesão....

Fulana me punhetava e Jussara se ajoelhou para tirar a calcinha de
fulana e começar a chupar sua xana, com muita maestria, fazendo com que
fulana recomeçasse
a gozar em espasmos quase que instantaneamente, abafei seus gemidos
beijando-lhe com volúpia enfiando minha língua em sua boca.... ela me
punhetava desesperada,
até machucava meu já ralado caralho, então forcei-a para ficar de
joelhos e me boquetar, e Jussara esperta deitou-se debaixo dela, que
ficou acocorada
sobre o rosto de Jussara arrastando a xana contra a cara da preta,
gozando sem parar.... o trio ficou assim.... Jussara deitada de pernas
abertas sobre
o tapete, com fulana acocorada cavalgando seu rosto em orgasmo
ininterrupto.... eu de joelhos sendo punhetado freneticamente por
fulana, esticando-me para
chupar a xana pentelhuda de Jussara e masturbá-la com os dedos....
certamente a sinfonia recomeçara e os vizinhos de plantão estariam
ouvindo tudo....

Jussara também começou a gozar de novo, então forcei as duas a um 69 e
me retirei dizendo que voltaria já.... saí da sala e fui para meu
banheiro pegar
toalhas de banho para evitar sujeiras no tapete, meu barbeador, espuma e
uma bacia de água morna.... a julgar pela gemeção que ouvia, as duas
continuavam
trepando a sós lá na sala, sem reclamar de minha ausência....

Voltei à sala e mandei-as levantarem, elas protestaram, continuaram
agarradas e rolaram para o lado, deixando espaço suficiente para eu
esticar várias
toalhas e preparar a depilação.... puxei Jussara para ficar deitada com
as pernas escancaradas com fulana de quatro bem na frente da bucetona
negra de
Jussara, o que excitou fulana sobremaneira, e acabou de vez com qualquer
pudor que ela ainda sentisse, momento no qual ela se soltou e caiu de
boca na
buceta da negrona boazuda. Foi lindo de ver. Como ela estava de quatro,
eu fui por trás dela e penetrei com tudo na sua xana novamente, como
logo antes
de Jussara ter-nos interrompido.... ela gemia e sugava Jussara, que
urrava de tesão e instruía fulana sobre como chupar melhor.... fulana
reclamou dos
pentelhos e disse deixa eu depilar isso tudo daí eu te chupo melhor....
e também urrava ao ser fodida freneticamente por meu pau em sua xoxota
lisinha,
até que eu tirei e comecei a pincelar com meu cabeção aquele cuzinho
rosa, no que ela protestou ligeiramente dizendo o tradicional "mas eu
nunca fiz isso"
fazendo-me ter o ímpeto de lembrar a ela que ali já não havia mais
espaço para pudores, dando-lhe um belo tapa no traseiro e mandando ela
calar a boca
rispidamente e foder de qualquer jeito que a gente quisesse, pois já não
tinha mais direito de recusar nada....

E soquei meu pau arrebentando pelo menos umas duas preguinhas rosas no
processo, arrancando sangue e um uivo altíssimo de fulana, que passou a
me xingar
"tira seu filho da puta, tira isso daí, pára" mas Jussara entrou no jogo
comigo e forçou com as duas mãos a cabeça de fulana para dentro de sua
xana preta
imensa e pentelhuda, mandando-a chupar e dizendo deixa ele que logo
acostuma.... mais uns protestos por algum tempo, e logo nota-se que
fulana já voltara
a chupar Jussara com gosto, e a rebolar com o meu pau atolado em seu cu....

Tinha também trazido um vibrador do quarto, e soquei na xana dela numa
DP que a alucinou.... Jussara, super colaborativa, contorceu-se sobre o
tapete e
ficou num 69 com fulana novamente, que agora era chupada por Jussara no
clitóris, tinha um vibrador grande enterrado na buceta e meu pau socando
sem parar
seu cuzinho.... foi a receita ideal para que ela gozasse tão
tremendamente que chegou a perder os sentidos....

Ficou inerte por alguns minutos, eu e Jussara nem demos bola e
continuamos a fodê-la com tudo, com força, até ela recobrar os sentidos
e implorar para
pararmos.... aí calmamente e com uma expressão de êxtase ela disse
"agora deixa eu depilar", e esfregou muita espuma na xana de Jussara, eu
bombei seu
cu totalmente relaxado mais umas vezes e tirei jorrando porra sobre as
duas, Jussara ensinando fulana a mamar e engolir a porra, que as duas
dividiram....

Fiquei sentado no sofá olhando fulana depilar Jussara, que ficou lisinha
em sua negritude, uma bucetona muito atraente.... depois de lavada, eu e
fulana
caímos de boca na xana lisinha da preta juntos, e a fizemos gozar mais
três vezes assim.... acabamos eu por baixo com a cara enfiada no meio
das nádegas
de Jussara, lambendo seu cuzão, com fulana cavalgando meu caralho e
chupando a xana de Jussara ao mesmo tempo.... depois Jussara saiu dali e
se postou
atrás de nós dois e começou a me lamber o cu e o saco, as vezes tirava
meu pau da xana de fulana e me boquetava....

Para encerrar a trepada, levantei e pus as duas de boca aberta
ajoelhadas à minha frente, e me masturbei até jorrar o que restava de
porra na cara das
duas....

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obrigado.
nelson antunes

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