quinta-feira, 23 de maio de 2013

PROIBIDO PARA MAIORES DE 16 anos

PROIBIDO PARA MAIORES DE 16 ANOS
Autor: ENCANTADOR
PROIBIDO PARA MAIORES DE 16 ANOS - NÃO LEIA
 
Sou leitor dos contos há algum tempo, já dei a minha
 
contribuição a este site, mas hoje irei relatar algo
 
especial, não só uma experiência sexual, mas sim
 
meu primeiro amor. Na época eu tinha 16 anos, era
 
considerado um adolescente bonito, moreno claro,
 
alto, corpo atlético, afinal participava ativamente de
 
jogos escolares, além de fazer academia, tinha
 
cabelos pretos curtos, olhos castanhos. Ou seja, um
 
adolescente como a maioria. Fazia segundo grau em
 
um colégio estadual no Paraná. E é neste lugar onde
 
toda esta história se desenrola.
Minha semana havia começado sem muita novidade,
 
exceto aquela empolgação de todo adolescente.
 
Acordei cedo, me arrumei e sai para o colégio, mal
 
sabia que naquele dia eu iria encontrar minha
 
primeira grande paixão. Logo de início minha
 
surpresa apareceu, uma mulher linda, sendo
 
apresentada pela nossa diretora, uma nova
 
professora assumiria as aulas de matemática. A
 
diretora continuava seu discurso apresentando a
 
nova professora, e tudo que eu conseguia prestar
 
atenção era naquela mulher linda, com cerca de 28
 
anos, com a pele clara, cabelos castanhos claros na
 
altura dos ombros, deveria ter 1,65m uns 64kg, com
 
formas exuberantes, ela usava uma calça jeans que
 
realçava suas coxas bem torneadas, um bumbum
 
grande mas nada exagerado e empinado, usava
 
também jaleco, por baixo uma blusinha que
 
delineava seus lindos seios fartos, uma cintura fina,
 
e dona do rosto mais lindo que já vi. Uma mulher
 
perfeita, com voz suave, macia. Acho que já
 
perceberam, me apaixonei por ela.
A aula naquele dia transcorreu naturalmente, quer
 
dizer, para os outros, eu mesmo não consegui sequer
 
prestar atenção na matéria, meus olhos e
 
pensamentos ficavam voltados para aquela deusa.
 
Os dias se passaram, parecia uma verdadeira tortura
 
esperar até a segunda feira, mas minha paciência é
 
curta, comecei a inventar desculpas quaisquer para
 
falar com ela. Todo intervalo lá estava eu para
 
perguntar alguma coisa, simular alguma dúvida.
 
Ainda sim não estava funcionando mais. As semanas
 
se seguiram, minha paixão e desejo por aquela
 
mulher começaram a aumentar ainda mais. Comecei
 
a dar insinuações sutis quando ficávamos quase
 
sozinhos, porque sempre tinha alguém por perto. Ela
 
claro mantinha sua postura de professora e ria, ás
 
vezes fazia uma brincadeira ou outra.
Estava quase me dando por vencido, meus fracassos
 
sucedidos estavam me deixando totalmente
 
desmotivado. Pensei inúmeros dias em como me
 
aproximar definitivamente e me abrir por completo,
 
contar tudo que sentia. Não tinha jeito, a única
 
maneira seria contar tudo lá no colégio mesmo.
Segunda feira cedo, me arrumei como se fosse a um
 
casamento, de tanto que demorei no banho e em
 
frente ao espelho, apesar de usar uniforme, fiquei o
 
que poderia chamar um verdadeiro chame (modéstia
 
parte). Chego cedo ao colégio, imaginei que ela
 
poderia chegar cedo, engano meu, sempre pontual,
 
nunca atrasada e nunca adiantada. A aula
 
transcorreu como de costume, claro, eu tremendo
 
como vara verde, ansiando o momento de finalmente
 
todos saírem, para no intervalo contar-lhe tudo. Para
 
variar, algo aconteceu e ela teve que sair antes.
 
Fiquei sabendo que sua sobrinha havia brigado no
 
colégio e ela saiu para leva-la até sua casa (As duas
 
moravam sozinhas). Sua sobrinha tinha 13 anos, uma
 
moreninha bonita, apesar da idade, ela tinha 1,55m
 
mais ou menos 48kg, olhos e cabelos castanhos, um
 
corpo bonito até, seios médios, coxas grossas,
 
bumbum empinado, mas não grande, rosto bonito. Se
 
estão imaginando que era uma ninfeta, acertaram.
Apesar do que aconteceu, ainda sim não havia
 
desistido. Me decide, matei as duas últimas aulas e
 
fui até sua casa. (claro que eu já havia descoberto
 
onde era). Iria de uma forma ou de outra contar tudo
 
que eu sentia por ela. Aproximando-se de sua casa
 
fiquei novamente nervoso, com medo mais decidido.
 
Cheguei a sua porta, estava tomando fôlego para
 
apertar a campainha, quando fui apertar ouvi uma
 
voz suave dizendo "não foi minha culpa, eu não
 
queria brigar". A curiosidade de adolescente falou
 
mais alto é claro, dei a volta no quarteirão, ela
 
morava em um bairro novo, aos fundos de sua casa
 
havia um terreno vazio. Sorrateiramente pulei o
 
murro, por sorte ela não tinha cachorro, adorava
 
gatos, tinha vários. Lentamente cheguei perto da
 
janela, as duas conversavam calmamente, ela além
 
de linda era super compreensiva. Olhei novamente e
 
tive uma surpresa, ela conversava com a sobrinha e
 
acariciava seu corpo de uma forma diferente, tocava
 
seu cabelo, seus ombros, quase tive um ataque
 
quando ela tocou os seios da sobrinha, aqueles
 
seios médios, empinados. Sua sobrinha ainda de
 
cabeça baixa apenas tentava justificar a briga no
 
colégio. Minha deusa sentou-se ao seu lado, tocou
 
em seu rosto e o virou para ela, a menina chorava.
 
Ela deu um beijo em seu rosto, carinhosamente
 
tocou seus lábios, um beijo leve, suave. Eu ali, mais
 
confuso que qualquer outra coisa, preso aquela
 
cena, excitado, sem saber o que fazer, uma coisa é
 
certa, não iria mover um centímetro dali.
Aos poucos os beijos da minha deusa começaram a
 
ser correspondidos, a menina ingênua começara a se
 
tornar a ninfetinha que muitos sonham. Minha musa
 
tocava seus ombros, beijava seus lábios com
 
carinho, da janela eu poderia ver que era um beijo de
 
língua. Ela desceu as mãos para sua cintura,
 
acariciando suas coxas, suavemente deslizava para
 
baixo, até seus joelhos, começou a subir, levantando
 
aquela saia rodadinha de estudante, foi subindo pela
 
parte interna da sua coxa, até tocar a bucetinha da
 
sobrinha. Puxou sua calcinha, descendo
 
suavemente, olhou para aquela menina já toda
 
vermelha e lhe falou: " vou te fazer esquecer o que
 
te deixou triste". Se ajoelhou a sua frente, abriu
 
suavemente suas pernas, foi aproximando sua
 
cabeça por entre suas pernas até tocar sua
 
bucetinha. Quase gozei só ao ver aquela deusa com
 
a cabeça entre as pernas daquela menina.
Não conseguia vê-la tocar em sua bucetinha por
 
causa da minha posição lateral, mas conseguia ver
 
nitidamente a posição das duas e as reações da
 
sobrinha. Minha deusa deve ter chupando tão
 
gostoso aquela menina que ela logo gozou. As duas
 
se levantaram e foram para o quarto aos beijos e
 
abraços. Dei a volta na casa, por extremo azar não
 
havia janela ou outra forma de ver o que iria
 
acontecer, e para ajudar a casa estava toda
 
trancada. Imaginem minha frustração. Sai dali,
 
enrolei um pouco até dar meu horário de voltar para
 
casa, cheguei, mal almocei e me tranquei no quarto.
 
Imaginem o que fiz a tarde toda? Me masturbei como
 
louco.
A noite já com um pouco menos de "hormônios no
 
cérebro", conseguia pensar direito e imaginar o que
 
eu poderia fazer com aquela informação. Adivinhem,
 
claro, iria chantagea-la, ou esperavam que
 
esquecesse?! No outro dia cedinho a procurei no
 
colégio, ela como sempre estava linda, exuberante,
 
charmosa.... Pedi para conversar com ela em um
 
lugar reservado, alegando que tinha alguns
 
problemas e que talvez ela pudesse me ajudar.
 
Prontamente ela aceitou. Minha deusa me levou até
 
a sala da direção, sentamos, ela me perguntou o que
 
estava acontecendo, pasmem eu nunca fiquei tão
 
calmo na vida. Abri o jogo, contei que vi tudo e mais,
 
que já havia visto algumas vezes e que da última eu
 
gravei. (lógico que aumentei um pouco para ser mais
 
convincente). Ela ficou branca, muda, tentou
 
desconversar, dizendo que eu tinha visto demais,
 
que eu entendi mal. Eu simplesmente disse: Ver
 
você com a cabeça entre as pernas da sua sobrinha
 
é ver demais, imaginar que você estava arrumando a
 
calcinha dela com a boca?" Ela claro argumentou de
 
todas as formas possíveis, afinal além de linda era
 
super inteligente. Mas diante dos meus argumentos
 
ela não teve como se defender. Enfim ela desistiu e
 
perguntou o que eu queria. Fui claro e objetivo,
 
queria namorar com ela. Ela ficou mais surpresa
 
ainda, porque imaginava que eu fosse pedir uma
 
transa ou algo assim. E ainda mais, queria participar
 
de tudo com sua sobrinha. Aí que seu queixo caiu.
 
Fui mais além, disse que queria ver sua sobrinha
 
lambendo sua bucetinha no colégio. Ela retrucou,
 
argumentou, mas infelizmente eu tinha todas as
 
cartas na mão. Se pensar do ponto de vista dela,
 
uma professora, que dependia do emprego, com uma
 
reputação a zelar, e com um garoto com provas do
 
que ela fez, resultado, aceitou com algumas
 
condições, em uma sala vazia e trancada, eu claro
 
aceitei. Ela disse que iríamos programar, eu disse
 
não, quero hoje, no intervalo das aulas. Ela pensou
 
por alguns segundos e aceitou. Marcou comigo em
 
uma sala que sempre está vazia, saiu para falar com
 
a sobrinha.
Fui para minha aula, se é que pode se chamar de
 
aula, eu fiquei todo tempo excitado, agitado, o
 
tempo nunca demorou tanto. Finalmente deu o
 
intervalo, sai feito louco, correndo para a sala.
 
Esperei uns dois minutos e lá estavam elas.
 
Entraram, ela me apresentou a sobrinha. Minha
 
deusa parecia um pouco nervosa, mas sua sobrinha
 
estava calma. Olhei uma para outra e disse, não vão
 
começar?! Minha deusa estava com um vestidinho
 
lindo, super elegante, mas discreto, imaginem o
 
quanto isso não ajudou. A sobrinha estava normal,
 
de jeans, camiseta. Pedi para se beijarem, elas
 
começaram sem jeito, mas aos poucos foram se
 
soltando, uma acariciando o corpo da outra. (isso
 
claro, a porta estava trancada e sem nenhum risco
 
de alguém ver). Pedi para minha deusa sentar-se
 
sobre a mesa, ela sentou, abaixei a alça do seu
 
vestidinho, pedi para sua sobrinha beija-los, ela o
 
fazia com extremo carinho, beijava, lambia o
 
biquinho, mordiscava com carinho, chupava,
 
mamava como uma criança recém nascida. Pedi para
 
ela descer, ir até sua bucetinha, e lá foi ela,
 
descendo, acariciando suas coxas, minha deusa
 
suspirava, com sua pele já vermelhinha, os
 
biquinhos duros. Ela levantou o vestidinho, beijo por
 
cima da calcinha, lambeu sua bucetinha, que já
 
estava toda molhada, encharcando a calcinha.
 
Lambia com extrema perícia aquela bucetinha, claro,
 
minha deusa deveria te-la ensinado muito bem. Ela
 
gemia baixinho, suspirava, estava muito excitada.
 
Eu do outro lado quase louco de tesão. Subi na
 
mesa, abri o zíper da minha calça, coloquei meu pau
 
para fora, diga-se de passagem estava duro desde o
 
momento que a vi de manhã. Não precisei falar nada,
 
ela segurou firme em meu pau, puxou para sua boca
 
e começou a chupar. Sai de seu lado, fiquei atrás,
 
ela reclinou seu corpo para trás, deitando a cabeça,
 
puxando meu pau para sua boca, e começou a
 
chupar. Ela mamava como se fosse um bezerro na
 
teta da vaca, chupou, beijou, mordeu a cabeça do
 
meu pau com carinho, massageava, segurava firme,
 
lambia minhas bolas e, gemia como louca com sua
 
sobrinha lambendo sua buceta.
Pedi para a sobrinha dela tirar a calça e a calcinha,
 
ela mais do que depressa tirou, que vagabundinha
 
que ninfeta. Minha deusa já anciosa olhou pra mim
 
com cara de safada, pedi que se deitasse na mesa,
 
ela deitou, olhe para a sobrinha e disse: fique
 
ajoelhada com sua buceta na boca da sua tia. Ela
 
subiu, abaixou de frente para mim, pude ver sua
 
tinha passando a língua naquela bucetinha linda,
 
lambia de baixo para cima, chupando, enfiando a
 
língua na bucetinha, massageando seu cuzinho com
 
o dedinho, de vez em quando enfiando. Aproximei da
 
minha deusa, segurei em suas pernas, encostei meu
 
pau na sua buceta, não agüentei e enfiei de uma só
 
vez, ela relotou, afinal estava sem camisinha, eu
 
insisti tanto para continuar que cedeu. Falava
 
besteiras como: chupa essa ninfeta minha puta
 
safada, chupa minha gostosa, lambe a buceta
 
cachorra, minha potranca. Meu pau não é grande,
 
mas também não é pequena, dá pra se dizer que
 
satisfaz uma mulher. Comecei a movimentar como
 
louco em sua buceta, ela com sua voz doce, mas
 
cheia de tesão pedia, devagar, é mais gostoso.
 
Diminui a velocidade, comecei a movimentar para os
 
lados, enfiar e tirar meu pau inteiro da sua buceta.
 
Sempre gemendo baixinho e falando baixo para
 
ninguém ouvir. Minha deusa parecia estar com tanto
 
tesão que gozou rápido, e para meu azar ela se
 
fechava toda depois que gozava. Acontece com
 
algumas mulheres. Olhe para a sobrinha, ela
 
rapidamente disse não, ela é virgem. Falei então: ela
 
vai me fazer gozar de alguma forma então. Mudamos
 
de posição, deitei na mesa, aquela ninfetinha
 
segurou meu pau meio sem jeito, acho que nunca
 
tinha pego em um pau, começou a lamber com
 
receios, depois de algumas linguadas já chupava
 
com louvor.. Pedi para minha deusa colocar sua
 
buceta na minha boca, eu lambia, chupava, enfiava
 
um dedinho no seu cuzinho. Me sentia extremamente
 
realizado, havia comido minha deusa, estava com a
 
boca em sua buceta, há tinha feito gozar e de brinde
 
com sua sobrinha chupando meu pau. Querem
 
melhor realização do que está?!
Sua sobrinha chupou por alguns minutos meu pau,
 
não mais resisti e gozei, e como gozei. Minha deusa
 
tomou meu pau da boca da sobrinha e chupou,
 
nossa, que sensação maravilhosa ter um pau
 
chupado enquanto se goza, ela engoliu tudo que
 
tinha direito, chupou, continuou chupando por um
 
minutos depois que gozei...
Nos recompomos e voltamos para as respectivas
 
aulas, detalhe, ficamos ali pouco tempo, mas o
 
suficiente para exceder mais de uma hora...
 
Imaginem o rolo que deu, nada que não pudéssemos
 
resolver.
Meu "namoro" com minha deusa teve outras
 
aventuras deliciosas (algumas ainda muito mais
 
excitante do que esta), mas deixo para contar em
 
uma próxima oportunidade.

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obrigado.
nelson antunes

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