quinta-feira, 6 de junho de 2013

comi a mãe da minha amiga

Amigos e amigas, cá vai mais um conto de minha autoria.
Peço desde já desculpa pela exptensão do mesmo, mas só assim pude narrar de facto o acontecido.
Como alguns já sabem, sou de Portugal e nós aqui temos uma forma diferente de escrever do Brasil, por isso tentarei aqui colocar alguns significados de palavras:
Cota significa coroa, eu que me amanhe significa eu que me entenda!
Vamos ao conto!

A história que hoje vou contar, passou-se no ano passado, em 2012 no princípio de Junho.

Pois bem, sou psicólogo, já terminei a minha licenciatura faz alguns anos, mas quando tem festa universitária, sempre gosto de ir. Aproveito para rever velhos amigos, fazer novas amizades, em fim me divertir como nos bons velhos tempos!

O ano passado fui numa festa da universidade onde estudei e combinei com uma amiga de ir junto comigo.

Dançamos, bebemos, nos divertimos à Bessa, até que eu começava a ver que a minha amiga tinha exagerado um pouco, estava demasiado solta, metia conversa com todos os rapazes, em fim, queria curtir bem aquela noite, mas pelo que me apercebi no momento eu não seria o escolhido.

Tomamos mais duas cervejas, até que ela me diz:

- Estou fodida!

Eu, espantado perguntei:

- Então o que se passa Ana?

Ela com alguma tristeza no rosto começou a dizer que a mãe dela trabalhava no hospital da cidade, sairia à 1 hora da manhã e depois passaria para lhe dar boleia para casa que ficava a uns 30 km e ela não sabia qual desculpa inventar para não ir com ela.

Bem, eu sinceramente naquela altura também não pensei em nada de convincente, limitei-me a dizer-lhe:

Olha, vai aproveitando enquanto ela não te telefona, depois logo se vê!

Ela ficou furiosa comigo e foi saindo de perto de mim, se esfregando em tudo o que era macho, se oferecendo. Eu, encontrando alguns amigos, continuei a divertir-me, tomando umas, contando piadas, em fim, tentando convencer uma menina a apascentar os meus desejos de sexo.

Calculo que seria 1 e 15 da manhã, sinto o telemóvel a vibrar dentro do bolso. Vou para um lugar mais sossegado, com menos barulho atendo:

- Sim!

Do outro lado:

- Estou sim, boa noite. Estou a falar com o Pedro?

- Sim, é o próprio. Com quem estou a falar?

Responde uma voz feminina:

- Sou a mãe da Ana, ela enviou-me há momentos um SMS a dizer que ia ficar sem bateria no seu telemóvel e deu-me o seu número para ligar. Diga-lhe que estou no carro à espera dela fora do recinto da festa, junto à entrada principal, está bem?

Eu, fiquei surpreso, e ao mesmo tempo sem saber o que dizer, ou fazer, pois já há algum tempo que não sabia o paradeiro de Ana, limitei-me a dizer-lhe:

- Ela foi ao banheiro, quando chegar digo-lhe, aguarde um pouco!

Ela agradeceu-me desligou, logo imediatamente, tentei telefonar para o telemóvel de Ana, estava desligado! Pensei, e agora? O que vou dizer à cota, aquela gaja deve estar aí a foder com um qualquer e eu agora que me amanhe com a mãe dela!

O álcool não permitia que eu tivesse pensamentos muito clarividentes, mas fui-me dirigindo para a saída do recinto, logo junto à bilheteira vi um carro parado com uma senhora dentro. Aproximei-me e disse:

- Boa noite, sou o Pedro amigo da Ana, a senhora deve ser a mãe dela, certo?

- Sim, mas onde está a minha filha?

Eu, pensei,

Foda-se, esta mulher é mesmo antipática!

Foi então que a cerveja e alguns whisky que tinha tomado no fim de jantar começaram a fazer efeito e com uma prosápia de fazer inveja aos oradores disse:

- Minha senhora, tenha calma, o recinto está muito cheio, ela encontrou antigos colegas de curso e estão a divertir-se um pouco, são amigos que ela já não vê há muito tempo, em fim, pediu-me, ou melhor implorou-me para convencer a esperar mais algum tempo. Se a senhora quiser entramos, tomamos alguma coisa que depois ela lá nos encontra.

Ela concordou e até esboçou um sorriso, saiu do carro e voltou comigo para o meio daquela agitação universitária.

Parámos junto a uma barraca de comes e bebes e ali, comemos cachorro quente, bebemos mais umas cervejas, até que ela me disse:

- Ela está a demorar e eu não posso beber mais que a seguir vou conduzir, aquela Ana faz cada uma!

Eu tentando tranquilizá-la disse:

- Vamos circular, pode ser que a encontremos e assim a senhora fica mais descansada e poderão ir para casa quando quiserem, ao que ela concordou.

Parámos junto a um muro, e a dona Márcia, assim se chamava a mãe da minha amiga, começou a dizer que tinha exagerado na cerveja, mas eu sempre a tranquilizava dizendo que quando fossem para casa já estaria bem e numa súbita astúcia convidei-a para dançar:

- Olhe, dona Márcia, sabe uma coisa, vamos mas é dar um pé de dança que da forma que o recinto está cheio de gente não vamos encontrar Ana, a senhora também precisa de se divertir!

- Já não tenho idade para essas coisas filho! Disse ela com um certo sorriso maldoso.

Ela tinha 44 anos, era baixa, peitos salientes, bundinha arrebitada, um verdadeiro tesão de fazer inveja a muita menina de 20 e eu disse:

- Para essas coisas não há idade! Nesse embalo fui arrastando a senhora e fomos dançando música popular portuguesa. Ela estava a gostar, ria, e de vez em quando encostava mais a sua cona ao meu pau que parecia uma rocha de tão duro que estava!

Eu, ateado por aquele fogo, roçava bem o meu pau naquele papo de cona e ela como que hipnotizada deixava-se levar. Sussurro-lhe ao ouvido:

- A senhora dá cabo de mim, estou com um tesão! E agora como acalmo isto dona Márcia?

Ela ofegava e dizia-me:

- Não pode ser, não pode ser e se a minha filha nos vê nesta pouca-vergonha, ai temos de parar!

Ao mesmo tempo que ela dizia aquilo, eu notava que ela estava mais excitada, puxei-a pelo braço, fui para um canto escuro onde estava um banheiro móvel, ali muita gente aproveita para foder, ou melhor dar as rapidinhas da noite e o meu caso não foi excepção. Entramos, tranquei a porta e disse-lhe:

- Quero sentir a sua cona, já estou com o pau a doer, agora não podemos parar!

Ela meio desconcertada disse:

- Sim, mas temos de ser rápidos querido!

Tirou rapidamente a calça de ganga e a cueca fio dental, eu apenas baixei as calças, segurei-a na cintura e mesmo sem protecção fodemos loucamente durante cerca de 4 minutos. Esporrei-lhe aquela cona toda.

Combinámos que seria um segredo só nosso e que quando eu fosse para aqueles lados poderíamos foder mais loucamente e em locais mais apropriados!

Saímos e como que por milagre ao andarmos alguns metros encontramos Ana junto a umas escadas que davam acesso aos claustros da universidade, penso que a surpresa foi mútua.

Limitei-me a dizer-lhe:

- Pocha Ana, pensei que essa tua comemoração com eis colegas de curso não terminava mais, eu e a tua mãe já andamos cansados de te procurar!

Ela soltou uma gargalhada e disse:

- Uhau! Conheceste a minha mãe, a sargenta lá de casa, deves ter passado uma seca!

A mãe dela apressando a conversa diz:

- Olha que até nos divertimos, agora vamos para casa que já são 4 da manhã, as coisas que tu me fazes passar, até vir a uma festa universitária!

Despedimo-nos e começou assim uma dupla amizade fodológica!

 

Nota importante, os nomes citados neste conto são fictícios.

 
jorge amaral
 

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